No dia da Poesia celebro o Pai que plantou em mim o encanto pela vida, como se ela fosse um poema permanente. Ele obriga-me a viver todos os dias com o olhar da criança espantada com o ato de existir. … “Os teus textos são testamentos”, diz o Master Pai. Nisto não saio definitivamente a ele: o gosto por ler e escrever muito. Já a falar 🤔,estamos ela por ela. Mas ele é o Pai das imagens. Dos gestos. Da consistência. Do compromisso. Do cumprimento da Palavra. Do testemunho. Da liderança. Da liberdade com responsabilidade. Do “abandono acompanhado”. Do companheirismo. Da coerência. Da coragem. Da confiança. O que brilha os olhos no barulho das minhas luzes, com as conquistas e os elogios, e que me mostra que não fui feita para viver debaixo delas mas antes para ser a luz capaz de mudar o ambiente. É o pai chão, o pai base, o pai que nunca se ausenta e é capaz de iluminar as sombras das minhas dores físicas com humor negro e piadas secas. Com este pai aprendi que gozar comigo mesma é um ato de gozar bem a minha existência. Não acho que isto tenha sido sorte, ele foi mesmo escolhido a dedo para ser o Meu Pai. E eu continuo a ser a menina do colo do Papá❤️- cá para mim fez-me pequenina de propósito🤣. #diadopai #meninadopapa #colovitalicio #gotasnocharco #gratidao #omelhorpaiemeu #diadapoesia #pouparefemerides
“És uma mulher com M grande”, diz-se de boa intenção. Mas se as mulheres não se medem aos palmos, então a identidade feminina também não reside na grandeza do seu M. Porque ela não deve ser definida de fora para dentro e muito menos por comparação. Gosto da letra M. Porque é a letra dos meus dois nomes próprios e porque muito do que hoje sou vem do M com que escrevo a palavra Mãe, naquilo que a minha escreveu em mim. Só que ser mulher é ser todo o abecedário. É desempenhar incontáveis papéis, exercitar tarefas paralelas, fazer com que o tempo estique enquanto o coração tem sempre espaço para alargar… e ainda assim parece que vivemos aquém do que todo o mundo espera de nós. Nas minhas quatro décadas a ser esta Mulher (com e sem as características que os rótulos das caixas teimam em colar) honro mulheres e homens que sublinharam a minha existência enquanto Mulher. Pessoas que me foram mostrando o quão amada sou desde a minha criação e que esse é um estado imutável. Ser amada não depende de eu ser mulher de x ou mãe de y. Também não depende daquilo que eu possa fazer até me esgotar. Não depende de eu dizer que sim a tudo para aparecer ou pertencer. Não depende do meu alpinismo social para não defraudar expectativas ou colecionar dias preenchidos na agenda. Não depende dos elogios nem da popularidade. Ser esta Mulher que decide sacudir o pó dos pensamentos e irrigar o coração agradecido – mesmo nos dias em que a incapacidade lidera, as dores não ficam a zeros e o que vejo ao espelho precisa de uma intervenção – é o resultado de me saber filha amada de. A minha identidade como Mulher está na origem, portanto venha o que vier, a minha oração constante é que eu nunca me perca da primeira letra do abecedário: o A de Amor. 📸 by @b_love.studios #gotasnocharco #aceitacao #diadamulher #alegria
“És uma mulher com M grande”, diz-se de boa intenção. Mas se as mulheres não se medem aos palmos, então a identidade feminina também não reside na grandeza do seu M. Porque ela não deve ser definida de fora para dentro e muito menos por comparação. Gosto da letra M. Porque é a letra dos meus dois nomes próprios e porque muito do que hoje sou vem do M com que escrevo a palavra Mãe, naquilo que a minha escreveu em mim. Só que ser mulher é ser todo o abecedário. É desempenhar incontáveis papéis, exercitar tarefas paralelas, fazer com que o tempo estique enquanto o coração tem sempre espaço para alargar… e ainda assim parece que vivemos aquém do que todo o mundo espera de nós. Nas minhas quatro décadas a ser esta Mulher (com e sem as características que os rótulos das caixas teimam em colar) honro mulheres e homens que sublinharam a minha existência enquanto Mulher. Pessoas que me foram mostrando o quão amada sou desde a minha criação e que esse é um estado imutável. Ser amada não depende de eu ser mulher de x ou mãe de y. Também não depende daquilo que eu possa fazer até me esgotar. Não depende de eu dizer que sim a tudo para aparecer ou pertencer. Não depende do meu alpinismo social para não defraudar expectativas ou colecionar dias preenchidos na agenda. Não depende dos elogios nem da popularidade. Ser esta Mulher que decide sacudir o pó dos pensamentos e irrigar o coração agradecido – mesmo nos dias em que a incapacidade lidera, as dores não ficam a zeros e o que vejo ao espelho precisa de uma intervenção – é o resultado de me saber filha amada de. A minha identidade como Mulher está na origem, portanto venha o que vier, a minha oração constante é que eu nunca me perca da primeira letra do abecedário: o A de Amor. 📸 by @b_love.studios #gotasnocharco #aceitacao #diadamulher #alegria
“És uma mulher com M grande”, diz-se de boa intenção. Mas se as mulheres não se medem aos palmos, então a identidade feminina também não reside na grandeza do seu M. Porque ela não deve ser definida de fora para dentro e muito menos por comparação. Gosto da letra M. Porque é a letra dos meus dois nomes próprios e porque muito do que hoje sou vem do M com que escrevo a palavra Mãe, naquilo que a minha escreveu em mim. Só que ser mulher é ser todo o abecedário. É desempenhar incontáveis papéis, exercitar tarefas paralelas, fazer com que o tempo estique enquanto o coração tem sempre espaço para alargar… e ainda assim parece que vivemos aquém do que todo o mundo espera de nós. Nas minhas quatro décadas a ser esta Mulher (com e sem as características que os rótulos das caixas teimam em colar) honro mulheres e homens que sublinharam a minha existência enquanto Mulher. Pessoas que me foram mostrando o quão amada sou desde a minha criação e que esse é um estado imutável. Ser amada não depende de eu ser mulher de x ou mãe de y. Também não depende daquilo que eu possa fazer até me esgotar. Não depende de eu dizer que sim a tudo para aparecer ou pertencer. Não depende do meu alpinismo social para não defraudar expectativas ou colecionar dias preenchidos na agenda. Não depende dos elogios nem da popularidade. Ser esta Mulher que decide sacudir o pó dos pensamentos e irrigar o coração agradecido – mesmo nos dias em que a incapacidade lidera, as dores não ficam a zeros e o que vejo ao espelho precisa de uma intervenção – é o resultado de me saber filha amada de. A minha identidade como Mulher está na origem, portanto venha o que vier, a minha oração constante é que eu nunca me perca da primeira letra do abecedário: o A de Amor. 📸 by @b_love.studios #gotasnocharco #aceitacao #diadamulher #alegria
Era uma vez, há 20 anos, uma menina que escreveu uma carta a um Pai que não era Natal. Pediu-Lhe Amigos que a fizessem crescer. Não em centímetros, literalmente, mas em profundidade. Amigos que a levassem mais longe e ao mesmo tempo a puxassem para o mais íntimo do para quê de ter nascido. Como uma oração, a menina escrevia: “eu dava tudo para um dia encontrar amigos como se encontra o Natal. Quero desembrulhar amigos que me consigam explicar o verdadeiro significado do Natal porque o vivem todos os dias!” No fundo, o que ela desejava era ter amigos que lhe acendessem uma Luz que nunca mais se apagasse. Amigos que lhe apontassem o caminho estreito da Esperança. Amigos que a educassem para a empatia e para a inclusão. Amigos que a lembrassem constantemente o quão amada é, independentemente das diferenças, dificuldades ou circunstâncias. Ela só queria amigos que a fizessem crescer! A menina escrevia sempre tudo e muito, não porque tinha medo de se esquecer das coisas, mas porque acreditava que as suas palavras tinham um poder ainda maior quando ela as registava no papel. Ela acreditava que se as dissesse apenas em voz alta o vento podia perde-las. Se as escrevesse, tinha a certeza de que chegariam ao seu destino, e de que nunca voltariam para trás vazias. A menina sabia que um dia as suas palavras viriam de mãos dadas com um amigo. Ela acreditava com todas as suas forças que a mudança das pessoas só vem através da relação. O crescimento vem a partir dos amigos que nos encorajam, mas que nos corrigem. Dos amigos que estão ao nosso lado, mas que não nos dizem “sim” a tudo. Dos amigos que intervém e nos ajudam, nos esticam, nos desarrumam, para voltar a arrumar, nos questionam e tanto nos obrigam a parar como nos dão corda aos sapatos. Dos amigos que não têm medo de nos ensinar, em qualquer idade. Dos amigos que não têm vergonha de nos fazer rir, até de nós, e riem connosco. (cont.)
“Cada Homem é o Presépio onde Deus nasce”, by @comodissetolentino. E porque assim é, este Natal, desejo a todos, e a cada um, que encontrem ou reencontrem-se com o brilho genuíno desta quadra, e que ele possa permanecer todo o ano, independentemente das circunstâncias. Desatem os nós e transformem-nos em laços genuínos de bem e de paz. Libertem-se dos artifícios, convenções sociais, pareceres, obrigações culturais e tradições ocas de sentido e procurem a Luz verdadeira que vos conduz à Manjedoura. Ao Essencial. À razão desta estação: Jesus! ✨ Pois é essa Luz, feita Estrela, que guiou tantos até ao Centro do Natal há de 2000 anos, que continua a colocar-nos a todos em movimento, a partir da História mais importante de todas as estórias. O Menino dos Anos, que devíamos todos celebrar hoje, é a nossa Esperança encarnada. Foi Ele quem nos levou à Mesa e nos deixou a responsabilidade de sermos também nós Luz para todos, nela e a partir dela. Repartindo-nos (e não, empaturrando-nos!), como Ele fez. Que haja esta Presença nas vossas Casas, Mesas e corações. Que o Natal com significado seja desembrulhado com verdade e consistência. Um santo Natal e obrigada por estarem no meu caminho ✨🎄🙌
“Cada Homem é o Presépio onde Deus nasce”, by @comodissetolentino. E porque assim é, este Natal, desejo a todos, e a cada um, que encontrem ou reencontrem-se com o brilho genuíno desta quadra, e que ele possa permanecer todo o ano, independentemente das circunstâncias. Desatem os nós e transformem-nos em laços genuínos de bem e de paz. Libertem-se dos artifícios, convenções sociais, pareceres, obrigações culturais e tradições ocas de sentido e procurem a Luz verdadeira que vos conduz à Manjedoura. Ao Essencial. À razão desta estação: Jesus! ✨ Pois é essa Luz, feita Estrela, que guiou tantos até ao Centro do Natal há de 2000 anos, que continua a colocar-nos a todos em movimento, a partir da História mais importante de todas as estórias. O Menino dos Anos, que devíamos todos celebrar hoje, é a nossa Esperança encarnada. Foi Ele quem nos levou à Mesa e nos deixou a responsabilidade de sermos também nós Luz para todos, nela e a partir dela. Repartindo-nos (e não, empaturrando-nos!), como Ele fez. Que haja esta Presença nas vossas Casas, Mesas e corações. Que o Natal com significado seja desembrulhado com verdade e consistência. Um santo Natal e obrigada por estarem no meu caminho ✨🎄🙌
“Cada Homem é o Presépio onde Deus nasce”, by @comodissetolentino. E porque assim é, este Natal, desejo a todos, e a cada um, que encontrem ou reencontrem-se com o brilho genuíno desta quadra, e que ele possa permanecer todo o ano, independentemente das circunstâncias. Desatem os nós e transformem-nos em laços genuínos de bem e de paz. Libertem-se dos artifícios, convenções sociais, pareceres, obrigações culturais e tradições ocas de sentido e procurem a Luz verdadeira que vos conduz à Manjedoura. Ao Essencial. À razão desta estação: Jesus! ✨ Pois é essa Luz, feita Estrela, que guiou tantos até ao Centro do Natal há de 2000 anos, que continua a colocar-nos a todos em movimento, a partir da História mais importante de todas as estórias. O Menino dos Anos, que devíamos todos celebrar hoje, é a nossa Esperança encarnada. Foi Ele quem nos levou à Mesa e nos deixou a responsabilidade de sermos também nós Luz para todos, nela e a partir dela. Repartindo-nos (e não, empaturrando-nos!), como Ele fez. Que haja esta Presença nas vossas Casas, Mesas e corações. Que o Natal com significado seja desembrulhado com verdade e consistência. Um santo Natal e obrigada por estarem no meu caminho ✨🎄🙌
23 março ✨ Seria dia de parabéns à Mãe a quem devo a vida, o sorriso e o riso. Ela foi morar para as nuvens e incumbiu-me de a continuar a celebrar por cá. De fazer, no fundo, de cada dia uma celebração🙌 Há 1 ano fi-lo de uma forma especial com o lançamento do meu livro Gotas no Charco. Numa festa com cerca de 300 pessoas que têm de alguma forma empurrado este meu caminho sobre rodas. Estávamos numa espécie de garagem que é uma galeria de arte. Não desejei saltar de lá para lado nenhum, não me visualizei num patamar superior, nem maximizei com muita força o meu potencial, não executei os 7 passos para chegar longe (esta piada é tão seca, eu sei 😂!), mas… (rufem tambores 🥁) a @joanamarquespic achou que este ano a festa não se devia medir pelos nossos tamanhos. Portanto, hoje celebrarei pela 2a noite consecutiva o riso, o sorriso, o humor, a vida dos que, como eu, não se levam muito a sério mas tratam com seriedade a verdade, que nos devia libertar a todos. A @meoarenaoficial será o chão que por acaso levará 24 mil pessoas (estou a fazer bem as contas? 😬) e eu sou só e apenas 97 cm de gente que continua por cá agradecida (grata é uma palavra gasta pelos coaches) por ser surpreendida. Na improbabilidade de cada oportunidade que me é concedida só peço para nunca me esquecer de olhar para cima pois é isso que me mantém tão bem na minha pele em existir cá em baixo. Contra aquilo que não posso mudar, rir será sempre o melhor remédio 🙏 e de olhos abertos! 📸 by @mariana.b.fernandes #gotasnocharco #perspectiva #entusiasmo #gratidao #debaixodoceu #celebracao #riso #humor #parabensmae #parabenslivro
40 1 anos de VIDA! 🥳 Ebenézer em cada um ✨”Não acredito que cada um tenha o seu lugar. Acredito que cada um é um lugar para os outros”, escreveu o poeta Daniel Faria. À medida que os anos tomam o seu lugar em mim compreendo a verdadeira importância de me tornar eu CASA para alguém. E de também eu procurar morada no coração de outros. Ser melhor mordoma do meu tempo, ter respeito para com o tempo dos outros e investir em pessoas como único património. Ser Casa é mais desapego, dom e construção contínua. O quão isso é acolhimento em vez de posse. O quão isso é cuidar (-me) para receber. O quão isso me tem trazido não só a plena aceitação da minha existência, enquanto dádiva divina, como a renovação de forças e ânimo para não fechar portas a todas as “obras”, “melhoramentos”, “redecorações” e “upgrades” que esta Casa ainda precisa. A melhor parte de envelhecer, sabendo-me amada, é continuar a querer exercitar a criatividade a fazer dupla com o meu Criador. Que se mantém com um sentido de humor inesgotável, mesmo quando eu me apetece partir a loiça toda (que pernas e bracinhos já bati o record!). Sou profundamente grata por ainda cá (não) andar 🥹! Obrigada a vocês que ao longo destes 41 improváveis anos (pela lógica da ciência) têm vindo cá a Casa. Aos que ontem “bateram à porta”, de várias formas, para me dar os parabéns. Independentemente da durabilidade da estadia. A minha oração para este novo ano, que agora inicia para mim, é que eu queira e saiba estar disponível para ser Casa e consequentemente Mesa para quem precisar. E que nunca me canse de fazer o Bem🙏 #gotasnocharco #amafifez41 #gratidao #entusiasmo #alegria #casa #mesa
40 1 anos de VIDA! 🥳 Ebenézer em cada um ✨”Não acredito que cada um tenha o seu lugar. Acredito que cada um é um lugar para os outros”, escreveu o poeta Daniel Faria. À medida que os anos tomam o seu lugar em mim compreendo a verdadeira importância de me tornar eu CASA para alguém. E de também eu procurar morada no coração de outros. Ser melhor mordoma do meu tempo, ter respeito para com o tempo dos outros e investir em pessoas como único património. Ser Casa é mais desapego, dom e construção contínua. O quão isso é acolhimento em vez de posse. O quão isso é cuidar (-me) para receber. O quão isso me tem trazido não só a plena aceitação da minha existência, enquanto dádiva divina, como a renovação de forças e ânimo para não fechar portas a todas as “obras”, “melhoramentos”, “redecorações” e “upgrades” que esta Casa ainda precisa. A melhor parte de envelhecer, sabendo-me amada, é continuar a querer exercitar a criatividade a fazer dupla com o meu Criador. Que se mantém com um sentido de humor inesgotável, mesmo quando eu me apetece partir a loiça toda (que pernas e bracinhos já bati o record!). Sou profundamente grata por ainda cá (não) andar 🥹! Obrigada a vocês que ao longo destes 41 improváveis anos (pela lógica da ciência) têm vindo cá a Casa. Aos que ontem “bateram à porta”, de várias formas, para me dar os parabéns. Independentemente da durabilidade da estadia. A minha oração para este novo ano, que agora inicia para mim, é que eu queira e saiba estar disponível para ser Casa e consequentemente Mesa para quem precisar. E que nunca me canse de fazer o Bem🙏 #gotasnocharco #amafifez41 #gratidao #entusiasmo #alegria #casa #mesa
O meu olhar permanece em quem eu quero ver no meu futuro💛 Ter chegado aos 40 desta forma não foi sorte, é Deus! Estas (minhas) pessoas serão sempre o meu património imaterial mais rico e aquilo que eu sou hoje é também uma soma delas. Todos os dias escolho sentar-me no espanto, mas no dia 10 de maio fui surpreendida assim✨🥹 🎥 by @brunoacferreira #gotasnocharco #gratidao #celebração #ebenezer #quarentinha #aniversário
Ouvi no outro dia um diálogo/discussão entre um casal, num filme, acerca do tempo. Um acusava o outro de lhe ter roubado o seu tempo. O outro imputava-lhe antes essa culpa, pois na sua visão ele é que desperdiçava o seu próprio tempo. A dádiva do tempo é daquelas coisas que nos coloca a todos em pé de igualdade, mas aquilo que fazemos com esse tempo é consequência do abençoado livre arbítrio, que tantos se esquecem de possuir. Por isso em dia 1, de um Novo Ano, celebro o Tempo que nos é concedido no mistério da existência. Celebrar o tempo para trás é honrar a fidelidade do Dono do Tempo. Celebrar o hoje é a gratidão imensa de poder trazer relevância ao tempo, nosso e dos outros. Celebrar o desconhecido que está para a frente, e que graças a Deus não sabemos, é um exercício permanente e mútuo de confiança e de responsabilidade. Confio n’Aquele que nos ensina a contar os nossos dias ao mesmo tempo que assumo a responsabilidade de ser cada vez melhor mordoma do tempo que me é dado. Gasta-lo, perde-lo, desperdiça-lo, esbanja-lo, equilibra-lo, ignora-lo, esmifra-lo ou rouba-lo de alguém? Se para todas as coisas há um tempo determinado debaixo do céu, então que eu nunca me desvie da lucidez de consagrar o tempo. Celebrar o tempo é fazer por impor o descanso à sociedade do cansaço. Celebrar o tempo é priorizar “quem” em vez de “o quê”. Celebrar o tempo é aprender a selecionar com mestria e verdade. Celebrar o tempo é não fazer fretes, não dar desculpas, nem dar jeitinhos. Celebrar o tempo é estar inteira quando estou e ficar em paz quando não estou, porque o mundo continua a girar sem precisar de mim para nada. Celebrar o tempo é ter a leveza e a profundidade de mãos dadas, porque os dias vivem-se melhor pelo olhar de uma criança com as atitudes de uma pessoa madura. Celebrar o tempo é ser encontrado pela beleza dos detalhes, sem deixar que o seu deslumbramento nos sugue a sabedoria e a serenidade. Celebrar o tempo é erguer o cálice da alegria, não como um troféu, mas como um bem a ser derramado! #gotasnocharco #bemvindo2024 #celebracao #gratidao #esperanca #entusiasmo #dadiva
Há 7 dias foi isto. Gota a gota fui muito feliz, porque lançar este livro foi em tudo acerca da Fonte, deste Ribeiro que sou eu🙌💦📖 #gotasnocharco #livro #lançamento #gratidao #mafaldaribeiro #haveaniceday #coletivo284
Há degraus que, mesmo sem nunca ter andado, continuo a subir. E há escadas que existem para me mostrar que são caminho, na decisão de descer à profundidade da relação com o Único capaz de me içar em todas as escadarias, sem se cansar ou queixar dos pesos que sei que preciso de largar. Mesmo sem colocar um pé à frente do outro, há escadas que não me travam o caminho, servem apenas de pretexto para o descanso e para que o meu coração tenha tempo e espaço de ser sondado. Há degraus que são dor e passeio ao mesmo tempo. São transformação e oportunidade, mas também são varandas panorâmicas para a esperança. Nem todas as escadas são cartão vermelho, há alturas em que aparecem como formas criativas de me fazer sair de lugares que tomo como garantidos para abraçar novas posições de continuar em movimento. Sim, há sempre beleza nos degraus de uma escada! Até para mim. #gotasnocharco #liberdade #aceitacao #livrarialello #subirdegraus
Quando consideramos que as pessoas são o nosso melhor património então amamos e deixamos-nos amar por elas como mandamento. É por causa disso que não há prazo de validade para encontrar alguém que queremos levar connosco para a eternidade. Eu precisava de alguém como este mulherão na minha história, por isso não precisei de alargar nada porque a @anacfidalgo veio ocupar o lugar que, sem sabermos, já estava à espera dela dentro do meu coração. Apareceu tal e qual como é na vida: um furacão em festa, mas que deixa marcas mesmo depois da euforia. Levou-me com ela no tornado de amor, família e serviço com que nos desinstala a todos. E depois alojou-se nos meus dias com a doçura pegajosa de quem, sem sonhar, realizou um dos sonhos da minha vida aos 40 anos. A Ana Catarina fez anos – os primeiros que celebro a ser sua amiga e comadre – e eu venho assumir-me CULPADA. Culpada por desobedece-la, aqui publicamente e no secreto da nossa amizade, a considerar que o seu testemunho é uma verdadeira inspiração. No fundo, ela sabe quem é e portanto aquilo que faz é só uma extensão disso. Corajosa, louca, sábia, altruísta e exemplo são, para ela, os adjectivos que as pessoas escolhem para caraterizar algo que lhe sai do código genético enquanto filha de Deus: a obediência, em alegria, do acolhimento. Que esta minha culpa (santa?) confessada de a ter como referência se transforme em responsabilidade: a de dar a conhecer a minha amiga e o ministério da sua família de acolhimento que vive de portas abertas, literalmente da casa e do coração. A Ana Catarina (e o meu amigo @imjohnfrodrigues, marido e pai, que a segura e expande ao mesmo tempo), que me faz rir e emocionar, não é só uma voz profética para a sua geração em compromisso, ousadia e compaixão. O que ela está a semear na restauração de identidades quebradas nas gerações que hão-de vir é um tesouro inqualificável. (continua nos comentários🤪)
Quando consideramos que as pessoas são o nosso melhor património então amamos e deixamos-nos amar por elas como mandamento. É por causa disso que não há prazo de validade para encontrar alguém que queremos levar connosco para a eternidade. Eu precisava de alguém como este mulherão na minha história, por isso não precisei de alargar nada porque a @anacfidalgo veio ocupar o lugar que, sem sabermos, já estava à espera dela dentro do meu coração. Apareceu tal e qual como é na vida: um furacão em festa, mas que deixa marcas mesmo depois da euforia. Levou-me com ela no tornado de amor, família e serviço com que nos desinstala a todos. E depois alojou-se nos meus dias com a doçura pegajosa de quem, sem sonhar, realizou um dos sonhos da minha vida aos 40 anos. A Ana Catarina fez anos – os primeiros que celebro a ser sua amiga e comadre – e eu venho assumir-me CULPADA. Culpada por desobedece-la, aqui publicamente e no secreto da nossa amizade, a considerar que o seu testemunho é uma verdadeira inspiração. No fundo, ela sabe quem é e portanto aquilo que faz é só uma extensão disso. Corajosa, louca, sábia, altruísta e exemplo são, para ela, os adjectivos que as pessoas escolhem para caraterizar algo que lhe sai do código genético enquanto filha de Deus: a obediência, em alegria, do acolhimento. Que esta minha culpa (santa?) confessada de a ter como referência se transforme em responsabilidade: a de dar a conhecer a minha amiga e o ministério da sua família de acolhimento que vive de portas abertas, literalmente da casa e do coração. A Ana Catarina (e o meu amigo @imjohnfrodrigues, marido e pai, que a segura e expande ao mesmo tempo), que me faz rir e emocionar, não é só uma voz profética para a sua geração em compromisso, ousadia e compaixão. O que ela está a semear na restauração de identidades quebradas nas gerações que hão-de vir é um tesouro inqualificável. (continua nos comentários🤪)
Quando consideramos que as pessoas são o nosso melhor património então amamos e deixamos-nos amar por elas como mandamento. É por causa disso que não há prazo de validade para encontrar alguém que queremos levar connosco para a eternidade. Eu precisava de alguém como este mulherão na minha história, por isso não precisei de alargar nada porque a @anacfidalgo veio ocupar o lugar que, sem sabermos, já estava à espera dela dentro do meu coração. Apareceu tal e qual como é na vida: um furacão em festa, mas que deixa marcas mesmo depois da euforia. Levou-me com ela no tornado de amor, família e serviço com que nos desinstala a todos. E depois alojou-se nos meus dias com a doçura pegajosa de quem, sem sonhar, realizou um dos sonhos da minha vida aos 40 anos. A Ana Catarina fez anos – os primeiros que celebro a ser sua amiga e comadre – e eu venho assumir-me CULPADA. Culpada por desobedece-la, aqui publicamente e no secreto da nossa amizade, a considerar que o seu testemunho é uma verdadeira inspiração. No fundo, ela sabe quem é e portanto aquilo que faz é só uma extensão disso. Corajosa, louca, sábia, altruísta e exemplo são, para ela, os adjectivos que as pessoas escolhem para caraterizar algo que lhe sai do código genético enquanto filha de Deus: a obediência, em alegria, do acolhimento. Que esta minha culpa (santa?) confessada de a ter como referência se transforme em responsabilidade: a de dar a conhecer a minha amiga e o ministério da sua família de acolhimento que vive de portas abertas, literalmente da casa e do coração. A Ana Catarina (e o meu amigo @imjohnfrodrigues, marido e pai, que a segura e expande ao mesmo tempo), que me faz rir e emocionar, não é só uma voz profética para a sua geração em compromisso, ousadia e compaixão. O que ela está a semear na restauração de identidades quebradas nas gerações que hão-de vir é um tesouro inqualificável. (continua nos comentários🤪)
Damos pouco valor ao “meio”. Ao que está entre as margens. Ao que liga um ponto ao outro. Porque parece invisível ou imune a emoções maiores como a alegria ou a tristeza. Este é o Sábado que quer dizer o intermédio entre a agonia e a dor profundas (da sexta-feira santa) e a alegria e a celebração (do domingo da ressurreição). Este é o Sábado do “já não” do ontem, mas também é o do “ainda não” do amanhã. O Sábado é a ponte. Este Sábado, delegado para segundo plano nos nossos eventos e planos da época, é no entanto o dia mais parecido com tantos dias da nossa vida comum. A espera interminável, as dúvidas, o medo de “e se/ ah e tal mas…”, a ansiedade, o relógio que não anda, a frustração, o tempo que não passa, o tatear o desconhecido, o aceitar o mistério, a lucidez do vazio, o silêncio sem motivo e até uma possível sensação de abandono. … Este Sábado existiu para que nos lembremos que todos os dias contam para Deus. Todos têm propósito aos Seus olhos. E seja qual for o desenrolar dos acontecimentos, ou até uma espécie de stand by na narrativa, a Esperança ganha vida dentro de nós neste Sábado. Os Sábados serão sempre temporários quando a Esperança que Jesus veio trazer é para sempre. E não há nada como esperar acompanhada: que não nos ausentemos dos sábados uns dos outros. A Páscoa é a passagem da morte para a vida e ela fez esse caminho no Sábado. Que repliquemos nós também essa passagem quando confrontados com os nossos sábados interiores. Descansemos na segurança de que a alegria virá pela manhã do dia seguinte🙏🙌 Santa Páscoa para todos, com significado. #gotasnocharco #pascoa #gratidao #esperanca #passagem #jesusvive #sabadosanto
“(…) aquilo que a minha criatividade faz com as palavras ou as palavras com a minha criatividade é algo difícil de conter numa embalagem. Não se replica. Não traz livro de instruções. Brincar com as palavras é ter a capacidade de convidar o mundo para jogar connosco. É levar uma mensagem a alguém para que queira experimentar brincar a isto também(…)”, in Gotas no Charco, by Mafalda Ribeiro 💦📖#worldcreativityday #gotasnocharco #eraumavez #livro #grafica #gratidao #mafaldaribeiro #haveaniceday
Dei por mim várias vezes este ano a pensar: está a ser um ano santo! Considerando que a palavra “santo” provém da raiz semítica da palavra que significa cortar, aquilo que quero dizer é que (finalmente) vivi um ano “separada (por decisão cerebral) de” tudo o que de mau podia contaminar o meu coração. Talvez tenha sido, em experiência real, o ano em que provei mais plenamente, sem intermitências ou revés, os frutos das minhas convicções. Também foi um ano em que os meus movimentos intencionais, realizações, posicionamentos e declarações aconteceram fundamentados no “separada para” a única fonte que me dá vida, e vida em abundância. Não foi com isto um ano ausente de dores físicas, doenças, lágrimas, desafios, compaixão pelo sofrimento alheio, imune a emoções, tantas vezes contraditórias, sensações de impotência, dúvidas e frustrações perante o incontrolável que significa viver. Portanto, não vou resumir o meu ano a agradecer apenas os momentos “wow” de um livro lançado e uma celebração de 40 anos memorável. A minha gratidão não depende de eventos e quer-se vitalícia, sem ser beliscada pelo que cada ano traz, ou não, com ele. Ter um ano santo não foi uma “sorte”, foi um querer constante combinado com o crer. Ter um ano santo é procurar por puxar o céu para a terra – e eu comecei literalmente 2023 a escrever sonhos e agradecimentos em nuvens de papel – ao invés de esperar que um dia, da terra, encontremos o céu. Ter um ano santo é estar disposta a pagar o preço de não ser marioneta do prazer imediato, em nome da perfeita paz que veio para nos alcançar a todos. Ter um ano santo só foi possível porque foi menos “eu” e mais “nós”. Neste virar de página, com todo um ano em branco por escrever, agradeço-Lhe todos os livramentos, sem resoluções, culpas ou arrependimentos, balanços ou planos… reforço a consistência do meu Eis-me Aqui! E peço-Lhe que vos levante a cabeça para as nuvens, onde mora a Esperança, puxem-na para baixo e inundem os vossos cenários de Paz! 🤍✨🙏 #adeus2023 #gotasnocharco #gratidao #santidade #eismeaqui2024 #esperanca
“As distâncias são circunstanciais”, disse-me a voz que solta frases como quem oferece títulos para livros não escritos. À distância de estar prestes a somar 1 ano aos 40, vou aprendendo (umas vezes mais à força do que outras) a olhar para o meu reflexo com alegria, gratidão e paz por tudo o que me trouxe até aqui. A minha identidade não está nas rugas, na expressão das circunstâncias, nas distâncias ou nos espaços em branco, nas marcas do tempo, nem nas deformações dos ossos que tendem a confundir-se com os amolgadelas interiores. O tempo continua a passar para que não nos esqueçamos que ele não se importa minimamente com o que para nós é circunstância. Ele não abranda, não espera, não desacelera, não congela, não se esconde nem nos facilita a existência. O tempo é consistente e imutável no ritmo, ausente de empatia e pouco dado a sentimentalismos. O tempo existe para que sejamos capazes de o olhar de frente e não querer desperdiça-lo. O tempo atravessa-nos para que nele aprendamos a não viver sempre da mesma forma, à medida que envelhecemos. O tempo é a cadeira de baloiço que nos embala na consciência do sentido da vida. O meu sentido (e direção) está naquilo que Deus tem dito que eu sou. Desde o princípio. Ao espelho e fora dele. Na convicção e não na circunstância. Na presença e não na distância. Na vulnerabilidade de assumir que preciso de continuar a ser moldada e aperfeiçoada em amor, não para ser perfeita mas para refletir, no tempo que ainda tenho à minha frente, Aquele que me desenhou assim. Tal e qual assim. 📸 by @b_love.studios #gotasnocharco #aceitacao #reflexo #identidade
Falávamos de viagens e a minha amiga, de olhar fotográfico e humor agridoce, partilhou a sua teoria: “descobri uma forma de manter a Esperança: ter sempre uma viagem marcada 😂 assim há sempre uma luz ao fundo do túnel”. Fez-me sentido dito por ela, sem mais argumentos. Tanto que até me senti tentada a praticar. Para uns fazer planos a médio-curto prazo, como planear e marcar uma viagem, pode trazer ansiedade, pressão ou preocupações várias, para outros pode ser o oposto: esperar por um destino “pré-definido”, entusiasmo ao saber que se irá a um outro lugar, alegria de mudar de cenário e a luz ao fundo de um túnel, que às vezes é apenas sinónimo de andar no quotidiano. Não há certo ou errado, somos diferentes, e enquanto a terra roda e não nos tomba, olhemos antes para o verbo “partir” com os olhos da finalidade, seja qual for a viagem! No frágil que a vida é para todos (caso ainda não se tenham apercebido!), dei por mim perante a partida daquela que chamou a música e nos cantou “coisas bunitas”, a refletir acerca disto de chegar e de partir. No fundo, todos os que estamos vivos temos sempre, e pelo menos, uma única viagem marcada e isto, segundo a minha amiga, devia ser “uma forma de manter a Esperança”. A @saracotiar disse que vivia isto aqui como se fosse uma passagem e que lhe interessava chegar à outra margem. É de quem percebeu a mensagem desde a sua origem. A viagem que todos temos marcada, só não sabemos quando nem como, devia unir-nos nas nossas diferenças. Neste túnel escuro que existir pode ser, para tantos, que sintamos o fogo ardente da urgência em preenche-lo de luz. A luz da Fonte, na viagem que nos trouxe para cá, e da Esperança do regresso que já temos marcado. 📸 by @mia_fernandes / @b_love.studios #gotasnocharco #thanksgivingweek #gratidao #viagem #esperanca #barcodepapel #pontodeluz