Se você quer entender por que um pastor evangélico pode estar no centro de uma investigação sobre tentativa de golpe, Apocalipse nos Trópicos é praticamente um mapa. Não é ficção, não é teoria da conspiração: é o retrato de como a fé é usada como ferramenta de pressão política e como a narrativa “em nome de Deus” vira combustível pra atacar instituições democráticas. Assista. Repare nas frases, nos gestos, nos momentos em que religião e política se misturam a ponto de você não saber onde termina uma e começa a outra. Preste atenção na estratégia — porque é ela que mantém o Brasil preso nesse ciclo de manipulação. O documentário vai abrir seus olhos para o cenário externo. 📌 Assista agora a Apocalipse nos Trópicos na Netflix e, quando terminar, procure pelo Despertar. Porque entender o problema é só metade do caminho. A outra metade é se libertar dele.🔥
A cena fala por si: a celebração de uma vitória política camuflada de devoção. O que deveria ser espaço de representação do povo se transforma em púlpito para legitimar a blindagem de crimes. A democracia exige vigilância, sobretudo quando símbolos religiosos são usados como cortina para encobrir ataques contra ela. Neste domingo, 21, é nas ruas que precisamos mostrar que a democracia não se negocia.
A cena fala por si: a celebração de uma vitória política camuflada de devoção. O que deveria ser espaço de representação do povo se transforma em púlpito para legitimar a blindagem de crimes. A democracia exige vigilância, sobretudo quando símbolos religiosos são usados como cortina para encobrir ataques contra ela. Neste domingo, 21, é nas ruas que precisamos mostrar que a democracia não se negocia.
Cenas do proximo capitulo do filme #apocalipsenostropicos… (Quem não viu corre pra ver) Que o judiciario possa levar a cabo as investigações sobre as tentativas de golpe de estado que se bem sucedidas aí sim teria nos levado a ter gestapos e punhais verde amarelos.
Meu lugar de fala nesse filme é como cidadã tentando proteger umas das criações mais genias da história da humanidade que foi a separação entre igreja e estado. P.S. rindo aqui que falo de bruxaria e apareço como bruxinha na tela do programa do @chicopinheiros
“A teologia apocalíptica foi uma das coisas mais fascinantes que já ouvi. Ter pessoas que agem para acelerar o fim do mundo era algo que eu não concebia”, disse Petra Costa (@petracostal) para o Podcast Reconversa sobre como surgiu a ideia de falar sobre o apocalipse em seu mais novo documentário. 👉 Confira a entrevista completa apresentada por Walfrido Warde (@walfridowarde) e Reinaldo Azevedo (@reinaldoazevedo.com.br) em iree.org.br (link na bio e nos stories)
A teologia do domínio não é um fenômeno isolado dos EUA. No Brasil, setores da bancada evangélica, com lideranças fundamentalistas, seguem a mesma cartilha, articulando um projeto de poder que ataca direitos e ameaça a democracia. A conexão é global — e o avanço dessa agenda é coordenado.
É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo. Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo. Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo. Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo. Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo. Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
A democracia não é a vontade da maioria
Alegria ver Apocalypse in the Tropics na lista dos melhores filmes (até agora) de 2025 da @vulture . Este reconhecimento é de todos que sonharam, trabalharam e fizeram o “Apocalipse”acontecer. Gracias por tudo! Obrigada Bilge Eberi por esse reconhecimento. ————————- Such a joy to see Apocalypse in the Tropics on @vulture ’s list of the best films (so far) of 2025. This recognition belongs to everyone who dreamed, worked, and made “Apocalypse” happen. Thank you for everything! Thank you Bilge Eberi for this recognition.
Alegria ver Apocalypse in the Tropics na lista dos melhores filmes (até agora) de 2025 da @vulture . Este reconhecimento é de todos que sonharam, trabalharam e fizeram o “Apocalipse”acontecer. Gracias por tudo! Obrigada Bilge Eberi por esse reconhecimento. ————————- Such a joy to see Apocalypse in the Tropics on @vulture ’s list of the best films (so far) of 2025. This recognition belongs to everyone who dreamed, worked, and made “Apocalypse” happen. Thank you for everything! Thank you Bilge Eberi for this recognition.
💬 ENTREVISTA | Sob a alegoria mítica do Apocalipse, a cineasta Petra Costa (@petracostal) narra o fortalecimento do campo evangélico no processo político que levou à eleição de Bolsonaro em seu novo documentário, “Apocalipse nos Trópicos”, disponível na Netflix. Narrando um apocalipse democrático brasileiro, o filme revisita traumas coletivos como a pandemia de Covid-19 e atos golpistas de 8 de janeiro, e tem o pastor Silas Malafaia como um de seus protagonistas, ao lado de Lula e Bolsonaro. Apresentado como uma espécie de chefão, síntese da ascensão do poder evangélico no poder político, sua representação gerou críticas pelo pastor, que estaria se beneficiando dos holofotes para inflamar um discurso de perseguição religiosa. Em entrevista à Pública, a diretora de “Democracia em Vertigem”, Petra Costa, explica o processo criativo que a levou a escolher o livro bíblico como paralelo narrativo dos recentes atentados à democracia brasileira e rebate as principais críticas à retratação de Silas Malafaia no filme. Para Costa, a tendência é que as visões apocalípticas continuem ganhando força no Brasil, uma vez que elas se alimentam de cenários de crise. 📝: Mariama Correia 📷: Busca Vida Filmes/Divulgação 👀 Leia a entrevista completa em apublica.org | link na bio 🚀 Receba conteúdos exclusivos sem depender dos algoritmos. Assine em apublica.org/assine-nossas-newsletters/
💬 ENTREVISTA | Sob a alegoria mítica do Apocalipse, a cineasta Petra Costa (@petracostal) narra o fortalecimento do campo evangélico no processo político que levou à eleição de Bolsonaro em seu novo documentário, “Apocalipse nos Trópicos”, disponível na Netflix. Narrando um apocalipse democrático brasileiro, o filme revisita traumas coletivos como a pandemia de Covid-19 e atos golpistas de 8 de janeiro, e tem o pastor Silas Malafaia como um de seus protagonistas, ao lado de Lula e Bolsonaro. Apresentado como uma espécie de chefão, síntese da ascensão do poder evangélico no poder político, sua representação gerou críticas pelo pastor, que estaria se beneficiando dos holofotes para inflamar um discurso de perseguição religiosa. Em entrevista à Pública, a diretora de “Democracia em Vertigem”, Petra Costa, explica o processo criativo que a levou a escolher o livro bíblico como paralelo narrativo dos recentes atentados à democracia brasileira e rebate as principais críticas à retratação de Silas Malafaia no filme. Para Costa, a tendência é que as visões apocalípticas continuem ganhando força no Brasil, uma vez que elas se alimentam de cenários de crise. 📝: Mariama Correia 📷: Busca Vida Filmes/Divulgação 👀 Leia a entrevista completa em apublica.org | link na bio 🚀 Receba conteúdos exclusivos sem depender dos algoritmos. Assine em apublica.org/assine-nossas-newsletters/
A entrevistada do Podcast Reconversa desta semana é a cineasta Petra Costa (@petracostal). Na conversa, a diretora de “Apocalipse nos Trópicos” falou sobre o processo de produção de um documentário e sobre a forma como se aproxima dos personagens de seus filmes, evitando certezas absolutas. “Acho que a insegurança ainda faz parte da minha constituição. Então eu me aproximo do outro um pouco com essa insegurança também, e acho que isso me ajuda enquanto documentarista, porque não tenho certeza de nada. Eu busco não ter. E, quando tenho, tento dissolver essa certeza”, disse a cineasta. O Reconversa é apresentado pelo jornalista Reinaldo Azevedo (@reinaldoazevedo.com.br) e pelo Presidente do IREE, Walfrido Warde (@walfridowarde). 👉 Assista em: youtube.com/@reinaldoazevedo (link na bio e nos stories)
Está chegando Oficina de Ideias 🎬 Apocalipse nos Trópicos Uma roda de conversa imperdível com nomes incríveis: 🎥 Petra Costa @petracostal (diretora) 🎬 Alessandra Orofino (produtora) 🙏 Pastor @ricardogondim 🙏 Pastor @ariovaldo 🎙️ Gedeon Alencar (mediador) 🗓 Sábado | 23 de agosto ⏰ 14h00 📍 Na Igreja Betesda Um encontro de fé, arte e reflexão. Você é nosso convidado!
Está chegando Oficina de Ideias 🎬 Apocalipse nos Trópicos Uma roda de conversa imperdível com nomes incríveis: 🎥 Petra Costa @petracostal (diretora) 🎬 Alessandra Orofino (produtora) 🙏 Pastor @ricardogondim 🙏 Pastor @ariovaldo 🎙️ Gedeon Alencar (mediador) 🗓 Sábado | 23 de agosto ⏰ 14h00 📍 Na Igreja Betesda Um encontro de fé, arte e reflexão. Você é nosso convidado!
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Está chegando Oficina de Ideias 🎬 Apocalipse nos Trópicos Uma roda de conversa imperdível com nomes incríveis: 🎥 Petra Costa @petracostal (diretora) 🎬 Alessandra Orofino (produtora) 🙏 Pastor @ricardogondim 🙏 Pastor @ariovaldo 🎙️ Gedeon Alencar (mediador) 🗓 Sábado | 23 de agosto ⏰ 14h00 📍 Na Igreja Betesda Um encontro de fé, arte e reflexão. Você é nosso convidado!
Conversando sobre “Apocalipsis en los Trópicos” de @petracostal nos invita a pensar el vínculo entre las religiones y el campo progresita, la importancia de comprender el fenomeno religioso como una de las claves interpretativas del campo popular. En la #laletrachica de @tvciudad con @mai_sarasola y @jorgetemponi76