Acabo de receber a notícia que o Apocalipse nos Trópicos está na Shortlist de indicados para o Oscar 2026! Dos 200 documentários qualificados pro Oscar 2026, estamos entre os 15 que entraram na shortlist! É uma honra ver um trabalho, feito por tantos anos e tantas mãos. Essa é uma conquista também do Brasil e do nosso cinema nacional! Viva Agente Secreto (melhor filme estrangeiro) e Amarela (melhor curta) que entraram na lista! ________ I’ve just received the news that Apocalypse in the Tropics has been shortlisted for the 2026 Oscars! Among the 200 documentaries that qualified for the Oscars, we are among the 15 selected for the shortlist. It’s an honor to see a project – created over so many years and by so many hands – receive this recognition. This is also an achievement for Brazil and for our national cinema. Congrats to all the docs: “The Alabama Solution”, “Coexistence, My Ass!”, “Come See Me in the Good Light”, “Cover-Up”, “Cutting through Rocks”, “Folktales”, “Holding Liat”, “Mr. Nobody against Putin”, “Mistress Dispeller”, “My Undesirable Friends: Part 1 – Last Air in Moscow”, “The Perfect Neighbor”, “Seeds”, “2000 Meters to Andriivka” and “Yanuni”.
Só o @portadosfundos pra me fazer rir hoje.
Benção ouvir Walter Salles falando no nosso Apocalipse nos Trópicos em uma sessão em Los Angeles. Quem quiser ver o filme está lá na Netflix. What a blessing to hear Walter talking about our film in a screening in Los Angeles. For whoever wants to see it, it’s on Netflix.
Quando a palavra que deveria acolher se converte em ferramenta de ataque, a fé se distancia do seu sentido mais profundo. Apocalipse nos Trópicos revela como essa distorção ecoa e como a democracia sente seus efeitos. #ApocalipseNosTrópicos
É encorajador ver um governo democrático comprometido com o progresso do povo brasileiro! Um estudo recente da Fundação Getulio Vargas revelou um aumento histórico de 78,18% na ascensão social das classes A, B e C no Brasil, entre 1976 e 2024. Em apenas 2 anos, 17,4 milhões de brasileiros deixaram a pobreza, um reflexo importante de inclusão social, impulsionados por um crescimento econômico superior a 3% ao ano. Este cenário cria novas oportunidades de emprego e fortalece a economia, traçando um caminho promissor rumo a um Brasil mais igualitário.
Ontem tivemos um debate muito instigante sobre o filme #ApocalipseNosTrópicos com o deputado federal e pastor @otonidepaulaoficial e o antropólogo @julianospyer. Parte do @humanitas360 no @civicobr Obrigada a todos que participaram!
Ontem tivemos um debate muito instigante sobre o filme #ApocalipseNosTrópicos com o deputado federal e pastor @otonidepaulaoficial e o antropólogo @julianospyer. Parte do @humanitas360 no @civicobr Obrigada a todos que participaram!
Ontem tivemos um debate muito instigante sobre o filme #ApocalipseNosTrópicos com o deputado federal e pastor @otonidepaulaoficial e o antropólogo @julianospyer. Parte do @humanitas360 no @civicobr Obrigada a todos que participaram!
Ontem tivemos um debate muito instigante sobre o filme #ApocalipseNosTrópicos com o deputado federal e pastor @otonidepaulaoficial e o antropólogo @julianospyer. Parte do @humanitas360 no @civicobr Obrigada a todos que participaram!
Ontem tivemos um debate muito instigante sobre o filme #ApocalipseNosTrópicos com o deputado federal e pastor @otonidepaulaoficial e o antropólogo @julianospyer. Parte do @humanitas360 no @civicobr Obrigada a todos que participaram!
Ontem tivemos um debate muito instigante sobre o filme #ApocalipseNosTrópicos com o deputado federal e pastor @otonidepaulaoficial e o antropólogo @julianospyer. Parte do @humanitas360 no @civicobr Obrigada a todos que participaram!
Ontem tivemos um debate muito instigante sobre o filme #ApocalipseNosTrópicos com o deputado federal e pastor @otonidepaulaoficial e o antropólogo @julianospyer. Parte do @humanitas360 no @civicobr Obrigada a todos que participaram!
Ontem tivemos um debate muito instigante sobre o filme #ApocalipseNosTrópicos com o deputado federal e pastor @otonidepaulaoficial e o antropólogo @julianospyer. Parte do @humanitas360 no @civicobr Obrigada a todos que participaram!
Ao longo da minha trajetória como diretora e roteirista, tenho buscado contar histórias que atravessam a memória e as grandes transformações do nosso tempo. Meu trabalho parte do pessoal, mas nunca se encerra nele. O que nos forma individualmente também é atravessado pela história, pelo poder e pela política. Em filmes como Elena, Olmo e a Gaivota, Democracia em Vertigem e Apocalipse nos Trópicos, investiguei temas como luto, maternidade, democracia, fé e os limites entre o público e o privado. São obras que nasceram de perguntas — não de respostas — e do desejo de compreender o Brasil e a mim mesma em meio a suas contradições. Acredito no cinema como espaço de escuta, reflexão e desconforto produtivo. Contar histórias, para mim, é também um gesto político.
Ao longo da minha trajetória como diretora e roteirista, tenho buscado contar histórias que atravessam a memória e as grandes transformações do nosso tempo. Meu trabalho parte do pessoal, mas nunca se encerra nele. O que nos forma individualmente também é atravessado pela história, pelo poder e pela política. Em filmes como Elena, Olmo e a Gaivota, Democracia em Vertigem e Apocalipse nos Trópicos, investiguei temas como luto, maternidade, democracia, fé e os limites entre o público e o privado. São obras que nasceram de perguntas — não de respostas — e do desejo de compreender o Brasil e a mim mesma em meio a suas contradições. Acredito no cinema como espaço de escuta, reflexão e desconforto produtivo. Contar histórias, para mim, é também um gesto político.
Ao longo da minha trajetória como diretora e roteirista, tenho buscado contar histórias que atravessam a memória e as grandes transformações do nosso tempo. Meu trabalho parte do pessoal, mas nunca se encerra nele. O que nos forma individualmente também é atravessado pela história, pelo poder e pela política. Em filmes como Elena, Olmo e a Gaivota, Democracia em Vertigem e Apocalipse nos Trópicos, investiguei temas como luto, maternidade, democracia, fé e os limites entre o público e o privado. São obras que nasceram de perguntas — não de respostas — e do desejo de compreender o Brasil e a mim mesma em meio a suas contradições. Acredito no cinema como espaço de escuta, reflexão e desconforto produtivo. Contar histórias, para mim, é também um gesto político.
Ao longo da minha trajetória como diretora e roteirista, tenho buscado contar histórias que atravessam a memória e as grandes transformações do nosso tempo. Meu trabalho parte do pessoal, mas nunca se encerra nele. O que nos forma individualmente também é atravessado pela história, pelo poder e pela política. Em filmes como Elena, Olmo e a Gaivota, Democracia em Vertigem e Apocalipse nos Trópicos, investiguei temas como luto, maternidade, democracia, fé e os limites entre o público e o privado. São obras que nasceram de perguntas — não de respostas — e do desejo de compreender o Brasil e a mim mesma em meio a suas contradições. Acredito no cinema como espaço de escuta, reflexão e desconforto produtivo. Contar histórias, para mim, é também um gesto político.
Ao longo da minha trajetória como diretora e roteirista, tenho buscado contar histórias que atravessam a memória e as grandes transformações do nosso tempo. Meu trabalho parte do pessoal, mas nunca se encerra nele. O que nos forma individualmente também é atravessado pela história, pelo poder e pela política. Em filmes como Elena, Olmo e a Gaivota, Democracia em Vertigem e Apocalipse nos Trópicos, investiguei temas como luto, maternidade, democracia, fé e os limites entre o público e o privado. São obras que nasceram de perguntas — não de respostas — e do desejo de compreender o Brasil e a mim mesma em meio a suas contradições. Acredito no cinema como espaço de escuta, reflexão e desconforto produtivo. Contar histórias, para mim, é também um gesto político.
Estamos na contagem regressiva, @igoralexanderbt! Obrigada pelo apoio e pela oração! #apocalipsenostrópicos
Since our premiere @labiennale in August of 2024, @apocalypseinthetropics has garnered a fervent grassroots following in Brazil that has inspired widespread reflection and debate about the perversion of faith in the name of political power. The subsequent @netflix release in July of 2025 incited a remarkable outpouring of support and engagement from the international community. But the real work for the preservation of democracy in the free world is just beginning. The recent imprisonment of Jair Bolsonaro curbed the influence of Christian Nationalism in Brazil, but the genesis of Bolsonaro’s weaponization of Christianity originates right here in the United States … and these tactics are alive and well in the Trump regime. We’re looking forward to expanding the conversation in the US and working together with community stakeholders to challenge authoritarian overreach and empower individuals to stake their proper claim to the rights and liberties enshrined in the Constitution. Please stay tuned for more resources and opportunities to view the film in person! #separationofchurchandstate
É hoje, São Paulo! Ainda dá para se inscrever no debate sobre o filme ‘Apocalipse nos Trópicos’ com o deputado federal e pastor @otonidepaulaoficial e o antropólogo Juliano Spyer. Pronto para discutir as relações entre fé, poder e o futuro da democracia no Brasil? 📅 20/1 🕕 18h – 20h 📍 Auditório CIVI-CO (R. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 445 – Pinheiros – SP) Evento gratuito e com vagas limitadas. 🎟️ Confirme sua presença pelo Sympla: https://bit.ly/ConversasDificeis8 📺 _Transmissão ao vivo no YouTube:_ https://www.youtube.com/live/zMBHjewyVfg 🤳 _Veja como foi a última edição:_ https://www.instagram.com/p/DRPs6T2goXn #ApocalipseNosTrópicos
O Instituto Humanitas360 deu início à programação da série Conversas Difíceis em 2026 na noite de ontem (20), no auditório do CIVI-CO, em São Paulo, com um tema especialmente relevante neste ano de eleição presidencial: a relação entre política e religião no Brasil de hoje. A cineasta Petra Costa, diretora do documentário “Apocalipse nos Trópicos”, e o deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ), integrante da Frente Parlamentar Evangélica, protagonizaram o diálogo mediado pelo antropólogo Juliano Spyer – um encontro improvável que colocou frente a frente visões distintas sobre poder e fé. Ambos foram convidados a comentar trechos marcantes do filme de Petra Costa, que expôs a influência do movimento evangélico fundamentalista no governo de Jair Bolsonaro e está entre os pré-indicados ao Oscar de melhor documentário. A diretora justificou sua escolha pelo tema após observar a “infiltração do fundamentalismo cristão nos rumos da política nacional” já em 2016, quando preparava sua obra anterior, “Democracia em Vertigem” (2019). Pastor da Assembleia de Deus, Otoni de Paula comentou seu recente afastamento do bolsonarismo, que na sua visão se tornou uma “idolatria” baseada no “princípio do ódio”, incompatível com a fé cristã. Por videoconferência, a presidente do Instituto Humanitas360, Patrícia Villela Marino, fez a abertura do evento, afirmando que com o projeto Conversas Difíceis – e esta edição em particular – sua intenção é “seguir na luta pelo maior mandamento bíblico: amar”. 📺 Assista ao debate completo no canal do H360 no YouTube (link na bio). #Humanitas360 #H360 #ConversasDifíceis #PetraCosta #OtoniDePaula #ApocalipseNosTrópicos #ReligiãoEPolítica
Um pouco mais de imagens e da energia do nosso encontro no último domingo na @head80space Mais do que uma mesa de debate, foi uma roda de conversa viva, onde cada pergunta e reflexão vinda a mesa aprofundou e enriqueceu nosso diálogo de uma forma única. A discussão só foi tão potente porque a comunidade participou ativamente. Que privilégio ter essa troca com as vozes de @ariovaldo, @julianasantosoficial_, @owalterpinheiro e @iamrafah_ Nossa imensa gratidão a cada um que esteve presente, construindo junto esse tempo tão necessário.
Eloquent as ever, US Senate candidate @jamestalarico of Texas speaks with @ezraklein about the Religious Right’s fixation on manufacturing wedge issues while turning a blind eye to immense greed. “Religion is being used to control people and accumulate power and wealth for people at the top. This is a tale as old as time.” An eight-generation Texan who has served in the TX legislature since 2018, Talarico grew up with a front row seat to observe the transactional politics that have played out between the GOP, petrochemical plutocrats, and the Evangelical Right. As a devout Christian, and a Presbyterian seminarian, Rep Talarico seeks to challenge Christian Nationalism by promoting a “politics of love” that seeks economic parity for the working class that is wholly rooted in social justice. “They’re using MY tradition, they’re speaking for ME. And so I think I have a special moral responsibility to combat Christian Nationalism wherever I see it.” We’re rooting for you, Rep. T!