Hoje, durante a leitura do voto do ministro Alexandre de Moraes no julgamento de Bolsonaro, dezenas de banheiros químicos foram incendiados em Brasília – um gesto de intimidação que ecoa os mesmos métodos de violência política que vimos no 8 de janeiro de 2023, quando os 3 Poderes foram atacados por apoiadores que não aceitaram o resultado legítimo das urnas. Apocalipse nos Trópicos já mostrava como essa escalada de hostilidade é parte de uma dramaturgia política em que fé, poder e violência se entrelaçam para corroer as instituições. Como disse o filósofo George Santayama, em 1905, “aqueles que não conseguem lembrar o passado, estão condenados a repeti-lo”. O incêndio de hoje é um lembrete doloroso desse risco, mas também da força de uma democracia que, mesmo atacada, resiste.
Acaba de sair do forno o trailer do nosso novo filme, Apocalipse nos Trópicos Uma jornada que começou com Cabo Daciolo me dando uma Bíblia de presente no meio do Congresso Nacional. Spoiler: eu li. Acompanhamos de perto Lula, Bolsonaro, Silas Malafaia… o que acontecia nas ruas, nos púlpitos e nos bastidores de Brasília. Foi uma viagem entre fé, profecias e projetos de poder. Com uma equipe maravilhosa registramos e interpretamos o que vem depois da vertigem. O resultado é esse filme: parte travessia, parte espanto. Sem respostas prontas, mas cheio de perguntas que não dá mais pra adiar. Estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 3 de julho. Vem e ajuda a espalhar 🙏🏽
Um salve para @petracostal e o seu “Apocalipse nos Trópicos”! 👏🏾👏🏾
Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
Já assistiu Apocalipse nos Trópicos de @petracostal ?
O julgamento de Bolsonaro não é apenas sobre um ex-presidente – é sobre enfrentar uma história de impunidade que atravessa o Brasil desde a ditadura. Alegria de ler esse artigo de Jon Lee Anderson que acabou de sair do forno na The New Yorker: “Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy”. Indico muito a leitura em bit.ly/thenewyorker-veredict ou pelo link na descrição do perfil. ———————— The trial of Bolsonaro is not just about a former president – it is about confronting a history of impunity that has traversed Brazil since the dictatorship. I’m delighted to read this article by Jon Lee Anderson that just came out in The New Yorker: ‘Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy’. I highly recommend reading it.
O julgamento de Bolsonaro não é apenas sobre um ex-presidente – é sobre enfrentar uma história de impunidade que atravessa o Brasil desde a ditadura. Alegria de ler esse artigo de Jon Lee Anderson que acabou de sair do forno na The New Yorker: “Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy”. Indico muito a leitura em bit.ly/thenewyorker-veredict ou pelo link na descrição do perfil. ———————— The trial of Bolsonaro is not just about a former president – it is about confronting a history of impunity that has traversed Brazil since the dictatorship. I’m delighted to read this article by Jon Lee Anderson that just came out in The New Yorker: ‘Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy’. I highly recommend reading it.
Hoje, 7 de setembro, vemos ruas tomadas por vozes que pedem “anistia já”. Bandeiras, faixas, gritos de “Volta Bolsonaro” e “Liberdade não se fatia”. Um microcosmo da polarização que rasga nossa frágil democracia. Um momento ritual de força, convocado como resposta diante da Justiça em processo. Mas, justamente, a liberdade foi diversas vezes vítimas do que se constrói ali. Em 7 de setembro de 2021, durante ato em Brasília, a equipe do Apocalipse nos Trópicos foi cercada e hostilizada ao tentar registrar os fatos. João Atala (@joaoatala), diretor de fotografia, Fernando Cavalcante, técnico de som, e Adriana Yañez (@adriana_yanez), diretora de unidade adicional, foram agredidos. Um sinal doloroso de que, entre as multidões, qualquer câmera pode ser alvo. Jornalistas e profissionais da imagem têm enfrentado hostilidade crescente, ecoando cenas de violência política que deveriam ficar nos livros de história, não no cotidiano. A escalada da agressividade não se restringe à repressão simbólica: toca em quem está atrás das lentes, em quem busca testemunhar, documentar, refletir. Há uma tensão que não suporta o olhar – como se registrar fosse desrespeitar um pacto invisível. Mas é exatamente esse olhar que tentam calar. Onde estamos quando a rua exige impunidade e simultaneamente ataca quem escolhe documentar os fatos?
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“Provavelmente seremos o único país que conseguiu responder ao novo nazismo.” Enquanto democracias modernas falham em conter o fascismo — como destacou @ariovaldo no nosso encontro na @igrejabetesda — o Brasil está protagonizando uma virada histórica. Na capa da The Economist, Jair Bolsonaro aparece com o icônico chapéu do “Viking do Capitólio”, símbolo do ataque anti-democrático nos EUA . A revista enxerga o julgamento no STF como um marco de maturidade democrática e uma lição para os Estados Unidos — país que hoje parece estar se tornando mais corrupto, protecionista e autoritário. Ariovaldo nos lembra que estamos nos tornando um raro exemplo global de resistência ao fascismo. A capa da Economist ecoa isso — e o mundo observa. O grande desafio está lançado.
Honrado que Jon Lee Anderson escreveu na @newyorkermag sobre nossa investigação em “Apocalipse nos Trópicos” no contexto do julgamento de Bolsonaro. Estamos em um momento da história onde os Estados Unidos poderiam aprender muito com o Brasil sobre como lidar com pessoas envolvidas em tentativas de golpe. Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um. O link para o artigo na descrição do perfil ou em bit.ly/thenewyorker-veredict __________ Honored that Jon Lee Anderson wrote about our investigation in ‘Apocalypse in the Tropics’ in the contexts of Bolsonaro’s trial. We are in a moment in history where the United States could learn a lot from Brazil about how to reckon with people involved in coup attempts. As I said to in the article, Brazil never tried the military for what they did during their dictatorship. They were never punished for those crimes. Bolsonaro was elected President celebrating those crimes. If he is convicted, it will be a civilizational milestone for Brazil. In a country shaped by coups, this could be the first time someone is sent to prison for inciting one. Link to the full article in my bio or at bit.ly/thenewyorker-veredict
Honrado que Jon Lee Anderson escreveu na @newyorkermag sobre nossa investigação em “Apocalipse nos Trópicos” no contexto do julgamento de Bolsonaro. Estamos em um momento da história onde os Estados Unidos poderiam aprender muito com o Brasil sobre como lidar com pessoas envolvidas em tentativas de golpe. Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um. O link para o artigo na descrição do perfil ou em bit.ly/thenewyorker-veredict __________ Honored that Jon Lee Anderson wrote about our investigation in ‘Apocalypse in the Tropics’ in the contexts of Bolsonaro’s trial. We are in a moment in history where the United States could learn a lot from Brazil about how to reckon with people involved in coup attempts. As I said to in the article, Brazil never tried the military for what they did during their dictatorship. They were never punished for those crimes. Bolsonaro was elected President celebrating those crimes. If he is convicted, it will be a civilizational milestone for Brazil. In a country shaped by coups, this could be the first time someone is sent to prison for inciting one. Link to the full article in my bio or at bit.ly/thenewyorker-veredict
Honrado que Jon Lee Anderson escreveu na @newyorkermag sobre nossa investigação em “Apocalipse nos Trópicos” no contexto do julgamento de Bolsonaro. Estamos em um momento da história onde os Estados Unidos poderiam aprender muito com o Brasil sobre como lidar com pessoas envolvidas em tentativas de golpe. Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um. O link para o artigo na descrição do perfil ou em bit.ly/thenewyorker-veredict __________ Honored that Jon Lee Anderson wrote about our investigation in ‘Apocalypse in the Tropics’ in the contexts of Bolsonaro’s trial. We are in a moment in history where the United States could learn a lot from Brazil about how to reckon with people involved in coup attempts. As I said to in the article, Brazil never tried the military for what they did during their dictatorship. They were never punished for those crimes. Bolsonaro was elected President celebrating those crimes. If he is convicted, it will be a civilizational milestone for Brazil. In a country shaped by coups, this could be the first time someone is sent to prison for inciting one. Link to the full article in my bio or at bit.ly/thenewyorker-veredict
A primeira coletiva de imprensa do nosso Apocalipse no Festival de Veneza. Vejo trauma como um vortex. Se a gente não lida com ele, ele cresce – dos mais íntimos aos traumas sociais – acredito que a chave seja mergulhar. E acho que é isso que tento fazer com essas jornadas cinematográficas. P.s. hoje faz um ano desse dia e dessa estreia em Veneza.
“Eu imagino que ele estava ciente das forças obscuras que ele estava despertando quando começou a colocar sob suspeita o sistema de votação do país. Esse é o primeiro passo de qualquer manual para matar uma democracia.” (trecho do filme Apocalipse nos tropicos dirigido por @petracostal) Hoje essa frase ecoa perante o STF: as mesmas “forças obscuras” mencionadas aparecem nos autos: com provas de reuniões militares, planos secretos com nome de código e até ameaças de assassinato. A defesa clama inocência, diz falta de provas e compara o julgamento ao “Caso Dreyfus”; o tribunal, porém, avança, num rito que pode determinar o futuro da democracia no Brasil.
Ontem estreiou “O Último Azul”, novo filme do Gabriel Mascaro (um dos meus diretores preferidos!) É uma viagem pela Amazônia que fala de envelhecer, desejar, sonhar — tudo isso com Rodrigo Santoro e Denise Weinberg em atuações lindas. O filme já foi premiado em Berlim com o Urso de Prata e outros reconhecimentos importantes. Um orgulho enorme ver o cinema brasileiro sendo celebrado lá fora e agora chegar às nossas salas. E olha a coincidência boa: estamos na Semana do Cinema, então os ingressos estão com preços especiais. 🎟️
Morreu hoje, aos 75 anos, Silvio Tender. Uma lenda no documentário brasileiro. Como diz Patricio Guzmán: “Um país sem documentários é como uma família sem álbum de retratos”. E Silvio nos deixou muitos. O meu favorito, Jango, está no YouTube, na íntegra, pra quem quiser ver e entender mais profundamente como essa tentativa de golpe recente tem muitos ecos no golpe de 64. Silvio Tender deixou isso desenhado. Se mais pessoas vissem seus filmes, não repetiríamos o nosso triste passado. 🎥 @canalbrasil