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Petra Costa Instagram - Hoje, durante a leitura do voto do ministro Alexandre de Moraes no julgamento de Bolsonaro, dezenas de banheiros químicos foram incendiados em Brasília - um gesto de intimidação que ecoa os mesmos métodos de violência política que vimos no 8 de janeiro de 2023, quando os 3 Poderes foram atacados por apoiadores que não aceitaram o resultado legítimo das urnas.

Apocalipse nos Trópicos já mostrava como essa escalada de hostilidade é parte de uma dramaturgia política em que fé, poder e violência se entrelaçam para corroer as instituições.

Como disse o filósofo George Santayama, em 1905, "aqueles que não conseguem lembrar o passado, estão condenados a repeti-lo". O incêndio de hoje é um lembrete doloroso desse risco, mas também da força de uma democracia que, mesmo atacada, resiste.
Petra Costa Instagram - Acabo de receber a notícia que o Apocalipse nos Trópicos está na Shortlist de indicados para o Oscar 2026!

Dos 200 documentários qualificados pro Oscar 2026, estamos entre os 15 que entraram na shortlist! É uma honra ver um trabalho, feito por tantos anos e tantas mãos. Essa é uma conquista também do Brasil e do nosso cinema nacional! Viva Agente Secreto (melhor filme estrangeiro) e Amarela (melhor curta) que entraram na lista!
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I’ve just received the news that Apocalypse in the Tropics has been shortlisted for the 2026 Oscars!

Among the 200 documentaries that qualified for the Oscars, we are among the 15 selected for the shortlist. It’s an honor to see a project - created over so many years and by so many hands - receive this recognition. This is also an achievement for Brazil and for our national cinema. Congrats to all the docs: “The Alabama Solution”, “Coexistence, My Ass!”, “Come See Me in the Good Light”, “Cover-Up”, “Cutting through Rocks”, “Folktales”, “Holding Liat”, “Mr. Nobody against Putin”, “Mistress Dispeller”, “My Undesirable Friends: Part 1 – Last Air in Moscow”, “The Perfect Neighbor”, “Seeds”, “2000 Meters to Andriivka” and “Yanuni”.
Petra Costa Instagram - Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo.
O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
Chamo todos você a assisterem atentatmente!
Petra Costa Instagram - Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo.
O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
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O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
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O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
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O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
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Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
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O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
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O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
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Petra Costa Instagram - O julgamento de Bolsonaro não é apenas sobre um ex-presidente - é sobre enfrentar uma história de impunidade que atravessa o Brasil desde a ditadura.

Alegria de ler esse artigo de Jon Lee Anderson que acabou de sair do forno na The New Yorker: “Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy”. Indico muito a leitura em bit.ly/thenewyorker-veredict ou pelo link na descrição do perfil.

————————

The trial of Bolsonaro is not just about a former president - it is about confronting a history of impunity that has traversed Brazil since the dictatorship. 

I’m delighted to read this article by Jon Lee Anderson that just came out in The New Yorker: ‘Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy’. I highly recommend reading it.
Petra Costa Instagram - O julgamento de Bolsonaro não é apenas sobre um ex-presidente - é sobre enfrentar uma história de impunidade que atravessa o Brasil desde a ditadura.

Alegria de ler esse artigo de Jon Lee Anderson que acabou de sair do forno na The New Yorker: “Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy”. Indico muito a leitura em bit.ly/thenewyorker-veredict ou pelo link na descrição do perfil.

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The trial of Bolsonaro is not just about a former president - it is about confronting a history of impunity that has traversed Brazil since the dictatorship. 

I’m delighted to read this article by Jon Lee Anderson that just came out in The New Yorker: ‘Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy’. I highly recommend reading it.
Petra Costa Instagram - A cena fala por si: a celebração de uma vitória política camuflada de devoção. O que deveria ser espaço de representação do povo se transforma em púlpito para legitimar a blindagem de crimes.

A democracia exige vigilância, sobretudo quando símbolos religiosos são usados como cortina para encobrir ataques contra ela.

Neste domingo, 21, é nas ruas que precisamos mostrar que a democracia não se negocia.
Petra Costa Instagram - Mais do que nunca, Apocalipse nos Trópicos segue atual.

Entre as reviravoltas dos áudios reveladores que a PF descobriu, as reações exaltadas e debates sobre fé, política e democracia nas redes, o filme continua gerando repercussão e diálogo na sociedade. Basta ver os comentários acima para sentir a dimensão desse impacto.

Se você ainda não assistiu, está na Netflix.
Se já assistiu, esse é o momento de compartilhar — com amigos, família, nos stories, nos grupos de WhatsApp.

📣 Cada eco ajuda a manter viva essa conversa urgente sobre o futuro do Brasil.
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Petra Costa Instagram - Uma semana de Apocalipse nos Trópicos na Netflix
Alegria acompanhar como o filme tem ecoado por aí, nos stories, posts e comentários.
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Petra Costa Instagram - “Jesus sabia antes de Freud que não existe nada escondido que não venha a ser revelado.
Na dramaturgia da política brasileira, o que tá reprimido costuma vir à tona através de mensagens vazadas.”
(Apocalipse nos Trópicos)

Esse trecho do filme se faz mais atual do que nunca com a PF revelando áudios que expõem um verdadeiro rolo de bastidores: conversas íntimas, estratégias e coações em plena intimidade política.

Em uma das gravações, Silas Malafaia orienta Jair Bolsonaro:
“Quero ver uma reação de Bolsonaro… tem que tirar de Lula… trazer a baila a questão da anistia…”

Bolsonaro responde que não consegue — pois está com uma crise de soluço. Sintoma de uma relação presidente–pastor que o filme já expunha.

A dramaturgia política brasileira escreve-se sozinha: o que tentam ocultar, cedo ou tarde, retorna como revelação.
Petra Costa Instagram - “Jesus sabia antes de Freud que não existe nada escondido que não venha a ser revelado.
Na dramaturgia da política brasileira, o que tá reprimido costuma vir à tona através de mensagens vazadas.”
(Apocalipse nos Trópicos)

Esse trecho do filme se faz mais atual do que nunca com a PF revelando áudios que expõem um verdadeiro rolo de bastidores: conversas íntimas, estratégias e coações em plena intimidade política.

Em uma das gravações, Silas Malafaia orienta Jair Bolsonaro:
“Quero ver uma reação de Bolsonaro… tem que tirar de Lula… trazer a baila a questão da anistia…”

Bolsonaro responde que não consegue — pois está com uma crise de soluço. Sintoma de uma relação presidente–pastor que o filme já expunha.

A dramaturgia política brasileira escreve-se sozinha: o que tentam ocultar, cedo ou tarde, retorna como revelação.
Petra Costa Instagram - Nosso filme Apocalipse nos Trópicos está no Top 10 global da Netflix — em 7º lugar entre os filmes de língua não inglesa no mundo inteiro. 🌎💥

Obrigada a cada pessoa que assistiu, compartilhou, comentou, indicou.Se você ainda não viu, está disponível na Netflix! 

Assista, divulgue, convide outras pessoas a ver. Com uma forcinha quem saba a gente chega no Top 1?
Petra Costa Instagram - Nosso filme Apocalipse nos Trópicos está no Top 10 global da Netflix — em 7º lugar entre os filmes de língua não inglesa no mundo inteiro. 🌎💥

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Assista, divulgue, convide outras pessoas a ver. Com uma forcinha quem saba a gente chega no Top 1?
Petra Costa Instagram - Nosso filme Apocalipse nos Trópicos está no Top 10 global da Netflix — em 7º lugar entre os filmes de língua não inglesa no mundo inteiro. 🌎💥

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Assista, divulgue, convide outras pessoas a ver. Com uma forcinha quem saba a gente chega no Top 1?
Petra Costa Instagram - Tem novo episódio de Bom Dia, Obvious com a cineasta @petracostal e @marcelaceribelli conversando sobre democracia, religião e esperança ativa. Petra lança o documentário “Apocalipse nos Trópicos”, na Netflix, e explica o que significa, para ela, contar histórias por lentes não patriarcais. Ouça no Spotify e nas demais plataformas de áudio.
Petra Costa Instagram - Tem novo episódio de Bom Dia, Obvious com a cineasta @petracostal e @marcelaceribelli conversando sobre democracia, religião e esperança ativa. Petra lança o documentário “Apocalipse nos Trópicos”, na Netflix, e explica o que significa, para ela, contar histórias por lentes não patriarcais. Ouça no Spotify e nas demais plataformas de áudio.
Petra Costa Instagram - Tem novo episódio de Bom Dia, Obvious com a cineasta @petracostal e @marcelaceribelli conversando sobre democracia, religião e esperança ativa. Petra lança o documentário “Apocalipse nos Trópicos”, na Netflix, e explica o que significa, para ela, contar histórias por lentes não patriarcais. Ouça no Spotify e nas demais plataformas de áudio.
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Petra Costa Instagram - Tem novo episódio de Bom Dia, Obvious com a cineasta @petracostal e @marcelaceribelli conversando sobre democracia, religião e esperança ativa. Petra lança o documentário “Apocalipse nos Trópicos”, na Netflix, e explica o que significa, para ela, contar histórias por lentes não patriarcais. Ouça no Spotify e nas demais plataformas de áudio.
Petra Costa Instagram - Tem novo episódio de Bom Dia, Obvious com a cineasta @petracostal e @marcelaceribelli conversando sobre democracia, religião e esperança ativa. Petra lança o documentário “Apocalipse nos Trópicos”, na Netflix, e explica o que significa, para ela, contar histórias por lentes não patriarcais. Ouça no Spotify e nas demais plataformas de áudio.
Petra Costa Instagram - É encorajador ver um governo democrático comprometido com o progresso do povo brasileiro!

Um estudo recente da Fundação Getulio Vargas revelou um aumento histórico de 78,18% na ascensão social das classes A, B e C no Brasil, entre 1976 e 2024. 

Em apenas 2 anos, 17,4 milhões de brasileiros deixaram a pobreza, um reflexo importante de inclusão social, impulsionados por um crescimento econômico superior a 3% ao ano. 

Este cenário cria novas oportunidades de emprego e fortalece a economia, traçando um caminho promissor rumo a um Brasil mais igualitário.
Petra Costa Instagram - Honrado que Jon Lee Anderson escreveu na @newyorkermag sobre nossa investigação em “Apocalipse nos Trópicos” no contexto do julgamento de Bolsonaro. Estamos em um momento da história onde os Estados Unidos poderiam aprender muito com o Brasil sobre como lidar com pessoas envolvidas em tentativas de golpe.

Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um.

O link para o artigo na descrição do perfil ou em bit.ly/thenewyorker-veredict

__________

Honored that Jon Lee Anderson wrote about our investigation in ‘Apocalypse in the Tropics’ in the contexts of Bolsonaro’s trial. We are in a moment in history where the United States could learn a lot from Brazil about how to reckon with people involved in coup attempts.

As I said to in the article, Brazil never tried the military for what they did during their dictatorship. They were never punished for those crimes. Bolsonaro was elected President celebrating those crimes. If he is convicted, it will be a civilizational milestone for Brazil. In a country shaped by coups, this could be the first time someone is sent to prison for inciting one. 

Link to the full article in my bio or at bit.ly/thenewyorker-veredict
Petra Costa Instagram - Honrado que Jon Lee Anderson escreveu na @newyorkermag sobre nossa investigação em “Apocalipse nos Trópicos” no contexto do julgamento de Bolsonaro. Estamos em um momento da história onde os Estados Unidos poderiam aprender muito com o Brasil sobre como lidar com pessoas envolvidas em tentativas de golpe.

Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um.

O link para o artigo na descrição do perfil ou em bit.ly/thenewyorker-veredict

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Honored that Jon Lee Anderson wrote about our investigation in ‘Apocalypse in the Tropics’ in the contexts of Bolsonaro’s trial. We are in a moment in history where the United States could learn a lot from Brazil about how to reckon with people involved in coup attempts.

As I said to in the article, Brazil never tried the military for what they did during their dictatorship. They were never punished for those crimes. Bolsonaro was elected President celebrating those crimes. If he is convicted, it will be a civilizational milestone for Brazil. In a country shaped by coups, this could be the first time someone is sent to prison for inciting one. 

Link to the full article in my bio or at bit.ly/thenewyorker-veredict
Petra Costa Instagram - Honrado que Jon Lee Anderson escreveu na @newyorkermag sobre nossa investigação em “Apocalipse nos Trópicos” no contexto do julgamento de Bolsonaro. Estamos em um momento da história onde os Estados Unidos poderiam aprender muito com o Brasil sobre como lidar com pessoas envolvidas em tentativas de golpe.

Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um.

O link para o artigo na descrição do perfil ou em bit.ly/thenewyorker-veredict

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Honored that Jon Lee Anderson wrote about our investigation in ‘Apocalypse in the Tropics’ in the contexts of Bolsonaro’s trial. We are in a moment in history where the United States could learn a lot from Brazil about how to reckon with people involved in coup attempts.

As I said to in the article, Brazil never tried the military for what they did during their dictatorship. They were never punished for those crimes. Bolsonaro was elected President celebrating those crimes. If he is convicted, it will be a civilizational milestone for Brazil. In a country shaped by coups, this could be the first time someone is sent to prison for inciting one. 

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Petra Costa Instagram - A teologia do domínio não é um fenômeno isolado dos EUA. No Brasil, setores da bancada evangélica, com lideranças fundamentalistas, seguem a mesma cartilha, articulando um projeto de poder que ataca direitos e ameaça a democracia. A conexão é global — e o avanço dessa agenda é coordenado.
Petra Costa Instagram - Quando a democracia é testada, o mundo observa.
Nesta capa da The Economist, vemos como o Brasil se tornou um espelho para os riscos que atravessam fronteiras.

O que o Brasil pode ensinar à América é mais do que política: é um alerta sobre os perigos de quando fé e poder caminham lado a lado.
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When democracy is put to the test, the whole world is watching.
This Economist cover shows how Brazil has become a mirror of threats that transcend borders.

What Brazil can teach America goes beyond politics: it is a stark warning about the perils of letting faith and power walk hand in hand.
Petra Costa Instagram - É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo.

Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
Petra Costa Instagram - É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo.

Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
Petra Costa Instagram - É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo.

Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
Petra Costa Instagram - É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo.

Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
Petra Costa Instagram - É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo.

Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
Petra Costa Instagram - É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo.

Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
Petra Costa Instagram - O Rui Tavares foi um grande colaborador do projeto ‘Apocalipse nos Trópicos’. Gracias pelo coluna @ruitavarespt !
Petra Costa Instagram - O Rui Tavares foi um grande colaborador do projeto ‘Apocalipse nos Trópicos’. Gracias pelo coluna @ruitavarespt !
Petra Costa - 60.4K Likes - Hoje, durante a leitura do voto do ministro Alexandre de Moraes no julgamento de Bolsonaro, dezenas de banheiros químicos foram incendiados em Brasília - um gesto de intimidação que ecoa os mesmos métodos de violência política que vimos no 8 de janeiro de 2023, quando os 3 Poderes foram atacados por apoiadores que não aceitaram o resultado legítimo das urnas.

Apocalipse nos Trópicos já mostrava como essa escalada de hostilidade é parte de uma dramaturgia política em que fé, poder e violência se entrelaçam para corroer as instituições.

Como disse o filósofo George Santayama, em 1905, "aqueles que não conseguem lembrar o passado, estão condenados a repeti-lo". O incêndio de hoje é um lembrete doloroso desse risco, mas também da força de uma democracia que, mesmo atacada, resiste.

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Caption : Hoje, durante a leitura do voto do ministro Alexandre de Moraes no julgamento de Bolsonaro, dezenas de banheiros químicos foram incendiados em Brasília – um gesto de intimidação que ecoa os mesmos métodos de violência política que vimos no 8 de janeiro de 2023, quando os 3 Poderes foram atacados por apoiadores que não aceitaram o resultado legítimo das urnas. Apocalipse nos Trópicos já mostrava como essa escalada de hostilidade é parte de uma dramaturgia política em que fé, poder e violência se entrelaçam para corroer as instituições. Como disse o filósofo George Santayama, em 1905, “aqueles que não conseguem lembrar o passado, estão condenados a repeti-lo”. O incêndio de hoje é um lembrete doloroso desse risco, mas também da força de uma democracia que, mesmo atacada, resiste.
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Petra Costa - 40K Likes - Acabo de receber a notícia que o Apocalipse nos Trópicos está na Shortlist de indicados para o Oscar 2026!

Dos 200 documentários qualificados pro Oscar 2026, estamos entre os 15 que entraram na shortlist! É uma honra ver um trabalho, feito por tantos anos e tantas mãos. Essa é uma conquista também do Brasil e do nosso cinema nacional! Viva Agente Secreto (melhor filme estrangeiro) e Amarela (melhor curta) que entraram na lista!
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I’ve just received the news that Apocalypse in the Tropics has been shortlisted for the 2026 Oscars!

Among the 200 documentaries that qualified for the Oscars, we are among the 15 selected for the shortlist. It’s an honor to see a project - created over so many years and by so many hands - receive this recognition. This is also an achievement for Brazil and for our national cinema. Congrats to all the docs: “The Alabama Solution”, “Coexistence, My Ass!”, “Come See Me in the Good Light”, “Cover-Up”, “Cutting through Rocks”, “Folktales”, “Holding Liat”, “Mr. Nobody against Putin”, “Mistress Dispeller”, “My Undesirable Friends: Part 1 – Last Air in Moscow”, “The Perfect Neighbor”, “Seeds”, “2000 Meters to Andriivka” and “Yanuni”.

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Caption : Acabo de receber a notícia que o Apocalipse nos Trópicos está na Shortlist de indicados para o Oscar 2026! Dos 200 documentários qualificados pro Oscar 2026, estamos entre os 15 que entraram na shortlist! É uma honra ver um trabalho, feito por tantos anos e tantas mãos. Essa é uma conquista também do Brasil e do nosso cinema nacional! Viva Agente Secreto (melhor filme estrangeiro) e Amarela (melhor curta) que entraram na lista! ________ I’ve just received the news that Apocalypse in the Tropics has been shortlisted for the 2026 Oscars! Among the 200 documentaries that qualified for the Oscars, we are among the 15 selected for the shortlist. It’s an honor to see a project – created over so many years and by so many hands – receive this recognition. This is also an achievement for Brazil and for our national cinema. Congrats to all the docs: “The Alabama Solution”, “Coexistence, My Ass!”, “Come See Me in the Good Light”, “Cover-Up”, “Cutting through Rocks”, “Folktales”, “Holding Liat”, “Mr. Nobody against Putin”, “Mistress Dispeller”, “My Undesirable Friends: Part 1 – Last Air in Moscow”, “The Perfect Neighbor”, “Seeds”, “2000 Meters to Andriivka” and “Yanuni”.
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Petra Costa - 34.6K Likes - Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo.
O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
Chamo todos você a assisterem atentatmente!

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Caption : Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
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O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
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O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
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O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força.
Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
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Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
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Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
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Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
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Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado.
Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila.
Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la.
Chamo todos você a assisterem atentatmente!

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Caption : Amanhã, 2 de setembro, é um dia histórico — para o Brasil e para o mundo. O Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento de Jair Bolsonaro por sua tentativa de golpe — um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, poderia ter matado o recém-eleito presidente Lula, seu vice-presidente e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Pela primeira vez na história, um ex-presidente brasileiro será julgado no Supremo Tribunal Federal por tentar subverter a democracia pela força. Mas a importância vai além do Brasil. Este julgamento marca a possibilidade de nosso país se tornar o primeiro no mundo a derrotar a onda populista-fascista contemporânea. Enquanto Donald Trump não enfrenta nenhum julgamento pelo 6 de janeiro, no Brasil as instituições estão responsabilizando Bolsonaro — mesmo diante das tarifas que Trump agora impõe para proteger seu aliado. Na semana passada, áudios vazados confirmaram o que Apocalipse nos Trópicos já havia previsto: a intimidade de bastidores entre púlpito e política, em que o pastor Silas Malafaia orienta Bolsonaro sobre como pressionar o Supremo, e em que o ex-presidente — num momento bizarro e revelador de sua fragilidade psicológica — admite que não pode agir porque está sofrendo uma crise de soluços. Esses áudios mostram Malafaia não apenas como conselheiro, mas como um verdadeiro mentor, puxando os fios enquanto Bolsonaro hesita e vacila. Mas esta não é a última página dessa história. Trump quase certamente tentará interferir nas eleições brasileiras no próximo ano. O julgamento de amanhã não é só sobre o Bolsonaro — é sobre ver se a democracia consegue resistir a quem diz defendê-la enquanto trabalha pra destruí-la. Chamo todos você a assisterem atentatmente!
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Petra Costa - 27.2K Likes - O julgamento de Bolsonaro não é apenas sobre um ex-presidente - é sobre enfrentar uma história de impunidade que atravessa o Brasil desde a ditadura.

Alegria de ler esse artigo de Jon Lee Anderson que acabou de sair do forno na The New Yorker: “Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy”. Indico muito a leitura em bit.ly/thenewyorker-veredict ou pelo link na descrição do perfil.

————————

The trial of Bolsonaro is not just about a former president - it is about confronting a history of impunity that has traversed Brazil since the dictatorship. 

I’m delighted to read this article by Jon Lee Anderson that just came out in The New Yorker: ‘Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy’. I highly recommend reading it.

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Caption : O julgamento de Bolsonaro não é apenas sobre um ex-presidente – é sobre enfrentar uma história de impunidade que atravessa o Brasil desde a ditadura. Alegria de ler esse artigo de Jon Lee Anderson que acabou de sair do forno na The New Yorker: “Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy”. Indico muito a leitura em bit.ly/thenewyorker-veredict ou pelo link na descrição do perfil. ———————— The trial of Bolsonaro is not just about a former president – it is about confronting a history of impunity that has traversed Brazil since the dictatorship. I’m delighted to read this article by Jon Lee Anderson that just came out in The New Yorker: ‘Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy’. I highly recommend reading it.
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The trial of Bolsonaro is not just about a former president - it is about confronting a history of impunity that has traversed Brazil since the dictatorship. 

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Caption : O julgamento de Bolsonaro não é apenas sobre um ex-presidente – é sobre enfrentar uma história de impunidade que atravessa o Brasil desde a ditadura. Alegria de ler esse artigo de Jon Lee Anderson que acabou de sair do forno na The New Yorker: “Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy”. Indico muito a leitura em bit.ly/thenewyorker-veredict ou pelo link na descrição do perfil. ———————— The trial of Bolsonaro is not just about a former president – it is about confronting a history of impunity that has traversed Brazil since the dictatorship. I’m delighted to read this article by Jon Lee Anderson that just came out in The New Yorker: ‘Brazil Braces for a Verdict on Its Ex-President — and on Its Democracy’. I highly recommend reading it.
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Petra Costa - 15K Likes - A cena fala por si: a celebração de uma vitória política camuflada de devoção. O que deveria ser espaço de representação do povo se transforma em púlpito para legitimar a blindagem de crimes.

A democracia exige vigilância, sobretudo quando símbolos religiosos são usados como cortina para encobrir ataques contra ela.

Neste domingo, 21, é nas ruas que precisamos mostrar que a democracia não se negocia.

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Caption : A cena fala por si: a celebração de uma vitória política camuflada de devoção. O que deveria ser espaço de representação do povo se transforma em púlpito para legitimar a blindagem de crimes. A democracia exige vigilância, sobretudo quando símbolos religiosos são usados como cortina para encobrir ataques contra ela. Neste domingo, 21, é nas ruas que precisamos mostrar que a democracia não se negocia.
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Petra Costa - 14.1K Likes - Mais do que nunca, Apocalipse nos Trópicos segue atual.

Entre as reviravoltas dos áudios reveladores que a PF descobriu, as reações exaltadas e debates sobre fé, política e democracia nas redes, o filme continua gerando repercussão e diálogo na sociedade. Basta ver os comentários acima para sentir a dimensão desse impacto.

Se você ainda não assistiu, está na Netflix.
Se já assistiu, esse é o momento de compartilhar — com amigos, família, nos stories, nos grupos de WhatsApp.

📣 Cada eco ajuda a manter viva essa conversa urgente sobre o futuro do Brasil.

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Caption : Mais do que nunca, Apocalipse nos Trópicos segue atual. Entre as reviravoltas dos áudios reveladores que a PF descobriu, as reações exaltadas e debates sobre fé, política e democracia nas redes, o filme continua gerando repercussão e diálogo na sociedade. Basta ver os comentários acima para sentir a dimensão desse impacto. Se você ainda não assistiu, está na Netflix. Se já assistiu, esse é o momento de compartilhar — com amigos, família, nos stories, nos grupos de WhatsApp. 📣 Cada eco ajuda a manter viva essa conversa urgente sobre o futuro do Brasil.
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Petra Costa - 12.3K Likes - Uma semana de Apocalipse nos Trópicos na Netflix
Alegria acompanhar como o filme tem ecoado por aí, nos stories, posts e comentários.

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Caption : Uma semana de Apocalipse nos Trópicos na Netflix Alegria acompanhar como o filme tem ecoado por aí, nos stories, posts e comentários.
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Petra Costa - 12.1K Likes - “Jesus sabia antes de Freud que não existe nada escondido que não venha a ser revelado.
Na dramaturgia da política brasileira, o que tá reprimido costuma vir à tona através de mensagens vazadas.”
(Apocalipse nos Trópicos)

Esse trecho do filme se faz mais atual do que nunca com a PF revelando áudios que expõem um verdadeiro rolo de bastidores: conversas íntimas, estratégias e coações em plena intimidade política.

Em uma das gravações, Silas Malafaia orienta Jair Bolsonaro:
“Quero ver uma reação de Bolsonaro… tem que tirar de Lula… trazer a baila a questão da anistia…”

Bolsonaro responde que não consegue — pois está com uma crise de soluço. Sintoma de uma relação presidente–pastor que o filme já expunha.

A dramaturgia política brasileira escreve-se sozinha: o que tentam ocultar, cedo ou tarde, retorna como revelação.

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Na dramaturgia da política brasileira, o que tá reprimido costuma vir à tona através de mensagens vazadas.”
(Apocalipse nos Trópicos)

Esse trecho do filme se faz mais atual do que nunca com a PF revelando áudios que expõem um verdadeiro rolo de bastidores: conversas íntimas, estratégias e coações em plena intimidade política.

Em uma das gravações, Silas Malafaia orienta Jair Bolsonaro:
“Quero ver uma reação de Bolsonaro… tem que tirar de Lula… trazer a baila a questão da anistia…”

Bolsonaro responde que não consegue — pois está com uma crise de soluço. Sintoma de uma relação presidente–pastor que o filme já expunha.

A dramaturgia política brasileira escreve-se sozinha: o que tentam ocultar, cedo ou tarde, retorna como revelação.

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Petra Costa - 11.9K Likes - Nosso filme Apocalipse nos Trópicos está no Top 10 global da Netflix — em 7º lugar entre os filmes de língua não inglesa no mundo inteiro. 🌎💥

Obrigada a cada pessoa que assistiu, compartilhou, comentou, indicou.Se você ainda não viu, está disponível na Netflix! 

Assista, divulgue, convide outras pessoas a ver. Com uma forcinha quem saba a gente chega no Top 1?

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Petra Costa - 10.4K Likes - Tem novo episódio de Bom Dia, Obvious com a cineasta @petracostal e @marcelaceribelli conversando sobre democracia, religião e esperança ativa. Petra lança o documentário “Apocalipse nos Trópicos”, na Netflix, e explica o que significa, para ela, contar histórias por lentes não patriarcais. Ouça no Spotify e nas demais plataformas de áudio.

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Petra Costa - 10.4K Likes - Tem novo episódio de Bom Dia, Obvious com a cineasta @petracostal e @marcelaceribelli conversando sobre democracia, religião e esperança ativa. Petra lança o documentário “Apocalipse nos Trópicos”, na Netflix, e explica o que significa, para ela, contar histórias por lentes não patriarcais. Ouça no Spotify e nas demais plataformas de áudio.

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Petra Costa - 9.9K Likes - É encorajador ver um governo democrático comprometido com o progresso do povo brasileiro!

Um estudo recente da Fundação Getulio Vargas revelou um aumento histórico de 78,18% na ascensão social das classes A, B e C no Brasil, entre 1976 e 2024. 

Em apenas 2 anos, 17,4 milhões de brasileiros deixaram a pobreza, um reflexo importante de inclusão social, impulsionados por um crescimento econômico superior a 3% ao ano. 

Este cenário cria novas oportunidades de emprego e fortalece a economia, traçando um caminho promissor rumo a um Brasil mais igualitário.

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Petra Costa - 9.8K Likes - Honrado que Jon Lee Anderson escreveu na @newyorkermag sobre nossa investigação em “Apocalipse nos Trópicos” no contexto do julgamento de Bolsonaro. Estamos em um momento da história onde os Estados Unidos poderiam aprender muito com o Brasil sobre como lidar com pessoas envolvidas em tentativas de golpe.

Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um.

O link para o artigo na descrição do perfil ou em bit.ly/thenewyorker-veredict

__________

Honored that Jon Lee Anderson wrote about our investigation in ‘Apocalypse in the Tropics’ in the contexts of Bolsonaro’s trial. We are in a moment in history where the United States could learn a lot from Brazil about how to reckon with people involved in coup attempts.

As I said to in the article, Brazil never tried the military for what they did during their dictatorship. They were never punished for those crimes. Bolsonaro was elected President celebrating those crimes. If he is convicted, it will be a civilizational milestone for Brazil. In a country shaped by coups, this could be the first time someone is sent to prison for inciting one. 

Link to the full article in my bio or at bit.ly/thenewyorker-veredict

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Caption : Honrado que Jon Lee Anderson escreveu na @newyorkermag sobre nossa investigação em “Apocalipse nos Trópicos” no contexto do julgamento de Bolsonaro. Estamos em um momento da história onde os Estados Unidos poderiam aprender muito com o Brasil sobre como lidar com pessoas envolvidas em tentativas de golpe. Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um. O link para o artigo na descrição do perfil ou em bit.ly/thenewyorker-veredict __________ Honored that Jon Lee Anderson wrote about our investigation in ‘Apocalypse in the Tropics’ in the contexts of Bolsonaro’s trial. We are in a moment in history where the United States could learn a lot from Brazil about how to reckon with people involved in coup attempts. As I said to in the article, Brazil never tried the military for what they did during their dictatorship. They were never punished for those crimes. Bolsonaro was elected President celebrating those crimes. If he is convicted, it will be a civilizational milestone for Brazil. In a country shaped by coups, this could be the first time someone is sent to prison for inciting one. Link to the full article in my bio or at bit.ly/thenewyorker-veredict
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Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um.

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Como eu disse no artigo, o Brasil nunca julgou os militares pelo que fizeram durante a ditadura. Eles nunca foram punidos por esses crimes. Bolsonaro foi eleito presidente celebrando esses crimes. Se ele for condenado, será um marco civilizacional para o Brasil. Em um país moldado por golpes, esta poderia ser a primeira vez que alguém é enviado para a prisão por incitar um.

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Petra Costa - 8.6K Likes - Recebi no Inbox 😂

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Petra Costa - 8K Likes - A teologia do domínio não é um fenômeno isolado dos EUA. No Brasil, setores da bancada evangélica, com lideranças fundamentalistas, seguem a mesma cartilha, articulando um projeto de poder que ataca direitos e ameaça a democracia. A conexão é global — e o avanço dessa agenda é coordenado.

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Caption : A teologia do domínio não é um fenômeno isolado dos EUA. No Brasil, setores da bancada evangélica, com lideranças fundamentalistas, seguem a mesma cartilha, articulando um projeto de poder que ataca direitos e ameaça a democracia. A conexão é global — e o avanço dessa agenda é coordenado.
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Petra Costa - 6.3K Likes - Quando a democracia é testada, o mundo observa.
Nesta capa da The Economist, vemos como o Brasil se tornou um espelho para os riscos que atravessam fronteiras.

O que o Brasil pode ensinar à América é mais do que política: é um alerta sobre os perigos de quando fé e poder caminham lado a lado.
————-
When democracy is put to the test, the whole world is watching.
This Economist cover shows how Brazil has become a mirror of threats that transcend borders.

What Brazil can teach America goes beyond politics: it is a stark warning about the perils of letting faith and power walk hand in hand.

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Caption : Quando a democracia é testada, o mundo observa. Nesta capa da The Economist, vemos como o Brasil se tornou um espelho para os riscos que atravessam fronteiras. O que o Brasil pode ensinar à América é mais do que política: é um alerta sobre os perigos de quando fé e poder caminham lado a lado. ————- When democracy is put to the test, the whole world is watching. This Economist cover shows how Brazil has become a mirror of threats that transcend borders. What Brazil can teach America goes beyond politics: it is a stark warning about the perils of letting faith and power walk hand in hand.
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Petra Costa - 6K Likes - É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo.

Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.

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Caption : É emocionante ver as ruas pulsarem em defesa da democracia. O povo mostra, mais uma vez, que não se negocia o que é justo. Anistia para golpistas é apagar a história e repetir seus erros. Que a memória seja farol, não esquecimento.
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Petra Costa - 5K Likes - O Rui Tavares foi um grande colaborador do projeto ‘Apocalipse nos Trópicos’. Gracias pelo coluna @ruitavarespt !

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