Bem-vindo, Setembro! É um belo mês para recomeços, agora que temos a pele douradinha e os cabelos ainda com memória do sal. No menu este mês temos: os legumes da estação no prato, receitas, dicas de chef, porquês sobre sustentabilidade na alimentação e mais algumas novidades. Tenho um pequeno intruso no vídeo. Não é difícil de o descobrir 😁 Vai ser um bom mês! Comece já a encher o prato com muitos legumes 💚
Tenho esta teoria, digam-me se concordam: acho que se comem menos legumes porque os que se compram no supermercado não têm sabor. A ausência de sabor tem a ver com o modo de produção e com a falta de sazonalidade. É pena porque esquecemo-nos de como eles são bons. Hoje uma amiga trouxe-me tomates, beldroegas e batatas (e mais umas coisinhas boas) acabadinhas de apanhar e são tão saborosas que só precisam de um fio de (bom) azeite para brilhar ✨ As beldroegas são uma erva daninha que se costumava dar aos porcos por ser muito nutritiva. Guess what, para nós também. Na India é consumida há milhares de anos e tem origem no Médio Oriente. Em Portugal faz parte da culinária Alentejana e Algarvia, mas existe em todo o país, inclusive em Lisboa ela cresce entre a calçada. Por curiosidade saibam também que é uma das maiores fontes vegetais de Omega 3, e está cheínha de vitaminas e minerais. Coisa boa também é que raramente (ou nunca) se planta massivamente, por isso quando encontrar vai ter a certeza que vai ter imenso sabor. Obrigada @aiculsenun , you made my day 🩷
Mercados. Nunca falha nas viagens. Nestes há grão de bico e favas cozidos e vendidos a granel (quero isso no meu bairro também!); legumes e frutas da estação, e um intenso aroma a hortelã e ervas aromáticas; arroz, cuscus, sêmola de milho, centeio e outros grãos a granel; leguminosas e ervas secas; tâmaras, um oceano de tâmaras, mas também muitos outros frutos secos e oleaginosas; com jeitinho ainda pode cortar o cabelo num barbeiro improvisado, e se tiver um ratito é só escolher umas das tajines feitas sobre lenha. Os mercados são uma experiência imperdível tirando a parte dos animais, que irei falar no próximo post. Para já queria só encher a mochila de tâmaras para levar.
Mercados. Nunca falha nas viagens. Nestes há grão de bico e favas cozidos e vendidos a granel (quero isso no meu bairro também!); legumes e frutas da estação, e um intenso aroma a hortelã e ervas aromáticas; arroz, cuscus, sêmola de milho, centeio e outros grãos a granel; leguminosas e ervas secas; tâmaras, um oceano de tâmaras, mas também muitos outros frutos secos e oleaginosas; com jeitinho ainda pode cortar o cabelo num barbeiro improvisado, e se tiver um ratito é só escolher umas das tajines feitas sobre lenha. Os mercados são uma experiência imperdível tirando a parte dos animais, que irei falar no próximo post. Para já queria só encher a mochila de tâmaras para levar.
Mercados. Nunca falha nas viagens. Nestes há grão de bico e favas cozidos e vendidos a granel (quero isso no meu bairro também!); legumes e frutas da estação, e um intenso aroma a hortelã e ervas aromáticas; arroz, cuscus, sêmola de milho, centeio e outros grãos a granel; leguminosas e ervas secas; tâmaras, um oceano de tâmaras, mas também muitos outros frutos secos e oleaginosas; com jeitinho ainda pode cortar o cabelo num barbeiro improvisado, e se tiver um ratito é só escolher umas das tajines feitas sobre lenha. Os mercados são uma experiência imperdível tirando a parte dos animais, que irei falar no próximo post. Para já queria só encher a mochila de tâmaras para levar.
Mercados. Nunca falha nas viagens. Nestes há grão de bico e favas cozidos e vendidos a granel (quero isso no meu bairro também!); legumes e frutas da estação, e um intenso aroma a hortelã e ervas aromáticas; arroz, cuscus, sêmola de milho, centeio e outros grãos a granel; leguminosas e ervas secas; tâmaras, um oceano de tâmaras, mas também muitos outros frutos secos e oleaginosas; com jeitinho ainda pode cortar o cabelo num barbeiro improvisado, e se tiver um ratito é só escolher umas das tajines feitas sobre lenha. Os mercados são uma experiência imperdível tirando a parte dos animais, que irei falar no próximo post. Para já queria só encher a mochila de tâmaras para levar.
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Mercados. Nunca falha nas viagens. Nestes há grão de bico e favas cozidos e vendidos a granel (quero isso no meu bairro também!); legumes e frutas da estação, e um intenso aroma a hortelã e ervas aromáticas; arroz, cuscus, sêmola de milho, centeio e outros grãos a granel; leguminosas e ervas secas; tâmaras, um oceano de tâmaras, mas também muitos outros frutos secos e oleaginosas; com jeitinho ainda pode cortar o cabelo num barbeiro improvisado, e se tiver um ratito é só escolher umas das tajines feitas sobre lenha. Os mercados são uma experiência imperdível tirando a parte dos animais, que irei falar no próximo post. Para já queria só encher a mochila de tâmaras para levar.
Mercados. Nunca falha nas viagens. Nestes há grão de bico e favas cozidos e vendidos a granel (quero isso no meu bairro também!); legumes e frutas da estação, e um intenso aroma a hortelã e ervas aromáticas; arroz, cuscus, sêmola de milho, centeio e outros grãos a granel; leguminosas e ervas secas; tâmaras, um oceano de tâmaras, mas também muitos outros frutos secos e oleaginosas; com jeitinho ainda pode cortar o cabelo num barbeiro improvisado, e se tiver um ratito é só escolher umas das tajines feitas sobre lenha. Os mercados são uma experiência imperdível tirando a parte dos animais, que irei falar no próximo post. Para já queria só encher a mochila de tâmaras para levar.
O pequeno-almoço em Marrocos é divinal, qualquer que seja o deus ou allah que adore. É sempre vegetariano, vegan só mesmo o pão do post anterior, e as deliciosas compotas de figo, alperce e amlou sem mel. Estas panquecas folhadas das fotos chamam-se msemen, são feitas frescas na chapa todas as manhãs e, tal como parecem, são uma maravilha. Podem-se comer doces ou salgadas e fazem-se com uma série de dobras e viragens para ficarem que nem uma massa folhada leve. São irresistíveis com Amlou. Ou Amlou não fosse das coisas mais irresistíveis para comer em Marrocos, não deixem de provar. É manteiga de amêndoa com óleo de argão, algumas levam mel também. Bahgri são as panquecas alveoladas, das mais leves que já provei. Parece que estamos a comer uma renda sedosa. Fica deliciosa com fruta fresca (romã na estação) ou/e compota. Café (tipo café turco, bem forte e bem bom), chá de menta fresquinho e sumo de laranja ou de romã também estão sempre no menu. Comem-se muitos ovos, em omeletes finas a que juntam cebolinho e aromáticas ou cubinhos de pimento. Azeitonas pretas curadas, bem diferentes das nossas, mais salgadas e aromáticas servem de contraponto entre os doces. Um pequeno-almoço num jardim, numa das ruas confusas ou num Riad valem mesmo a pena. São lentos, frescos e bem bons.
O pequeno-almoço em Marrocos é divinal, qualquer que seja o deus ou allah que adore. É sempre vegetariano, vegan só mesmo o pão do post anterior, e as deliciosas compotas de figo, alperce e amlou sem mel. Estas panquecas folhadas das fotos chamam-se msemen, são feitas frescas na chapa todas as manhãs e, tal como parecem, são uma maravilha. Podem-se comer doces ou salgadas e fazem-se com uma série de dobras e viragens para ficarem que nem uma massa folhada leve. São irresistíveis com Amlou. Ou Amlou não fosse das coisas mais irresistíveis para comer em Marrocos, não deixem de provar. É manteiga de amêndoa com óleo de argão, algumas levam mel também. Bahgri são as panquecas alveoladas, das mais leves que já provei. Parece que estamos a comer uma renda sedosa. Fica deliciosa com fruta fresca (romã na estação) ou/e compota. Café (tipo café turco, bem forte e bem bom), chá de menta fresquinho e sumo de laranja ou de romã também estão sempre no menu. Comem-se muitos ovos, em omeletes finas a que juntam cebolinho e aromáticas ou cubinhos de pimento. Azeitonas pretas curadas, bem diferentes das nossas, mais salgadas e aromáticas servem de contraponto entre os doces. Um pequeno-almoço num jardim, numa das ruas confusas ou num Riad valem mesmo a pena. São lentos, frescos e bem bons.
O pequeno-almoço em Marrocos é divinal, qualquer que seja o deus ou allah que adore. É sempre vegetariano, vegan só mesmo o pão do post anterior, e as deliciosas compotas de figo, alperce e amlou sem mel. Estas panquecas folhadas das fotos chamam-se msemen, são feitas frescas na chapa todas as manhãs e, tal como parecem, são uma maravilha. Podem-se comer doces ou salgadas e fazem-se com uma série de dobras e viragens para ficarem que nem uma massa folhada leve. São irresistíveis com Amlou. Ou Amlou não fosse das coisas mais irresistíveis para comer em Marrocos, não deixem de provar. É manteiga de amêndoa com óleo de argão, algumas levam mel também. Bahgri são as panquecas alveoladas, das mais leves que já provei. Parece que estamos a comer uma renda sedosa. Fica deliciosa com fruta fresca (romã na estação) ou/e compota. Café (tipo café turco, bem forte e bem bom), chá de menta fresquinho e sumo de laranja ou de romã também estão sempre no menu. Comem-se muitos ovos, em omeletes finas a que juntam cebolinho e aromáticas ou cubinhos de pimento. Azeitonas pretas curadas, bem diferentes das nossas, mais salgadas e aromáticas servem de contraponto entre os doces. Um pequeno-almoço num jardim, numa das ruas confusas ou num Riad valem mesmo a pena. São lentos, frescos e bem bons.
O pequeno-almoço em Marrocos é divinal, qualquer que seja o deus ou allah que adore. É sempre vegetariano, vegan só mesmo o pão do post anterior, e as deliciosas compotas de figo, alperce e amlou sem mel. Estas panquecas folhadas das fotos chamam-se msemen, são feitas frescas na chapa todas as manhãs e, tal como parecem, são uma maravilha. Podem-se comer doces ou salgadas e fazem-se com uma série de dobras e viragens para ficarem que nem uma massa folhada leve. São irresistíveis com Amlou. Ou Amlou não fosse das coisas mais irresistíveis para comer em Marrocos, não deixem de provar. É manteiga de amêndoa com óleo de argão, algumas levam mel também. Bahgri são as panquecas alveoladas, das mais leves que já provei. Parece que estamos a comer uma renda sedosa. Fica deliciosa com fruta fresca (romã na estação) ou/e compota. Café (tipo café turco, bem forte e bem bom), chá de menta fresquinho e sumo de laranja ou de romã também estão sempre no menu. Comem-se muitos ovos, em omeletes finas a que juntam cebolinho e aromáticas ou cubinhos de pimento. Azeitonas pretas curadas, bem diferentes das nossas, mais salgadas e aromáticas servem de contraponto entre os doces. Um pequeno-almoço num jardim, numa das ruas confusas ou num Riad valem mesmo a pena. São lentos, frescos e bem bons.
O pequeno-almoço em Marrocos é divinal, qualquer que seja o deus ou allah que adore. É sempre vegetariano, vegan só mesmo o pão do post anterior, e as deliciosas compotas de figo, alperce e amlou sem mel. Estas panquecas folhadas das fotos chamam-se msemen, são feitas frescas na chapa todas as manhãs e, tal como parecem, são uma maravilha. Podem-se comer doces ou salgadas e fazem-se com uma série de dobras e viragens para ficarem que nem uma massa folhada leve. São irresistíveis com Amlou. Ou Amlou não fosse das coisas mais irresistíveis para comer em Marrocos, não deixem de provar. É manteiga de amêndoa com óleo de argão, algumas levam mel também. Bahgri são as panquecas alveoladas, das mais leves que já provei. Parece que estamos a comer uma renda sedosa. Fica deliciosa com fruta fresca (romã na estação) ou/e compota. Café (tipo café turco, bem forte e bem bom), chá de menta fresquinho e sumo de laranja ou de romã também estão sempre no menu. Comem-se muitos ovos, em omeletes finas a que juntam cebolinho e aromáticas ou cubinhos de pimento. Azeitonas pretas curadas, bem diferentes das nossas, mais salgadas e aromáticas servem de contraponto entre os doces. Um pequeno-almoço num jardim, numa das ruas confusas ou num Riad valem mesmo a pena. São lentos, frescos e bem bons.
O pequeno-almoço em Marrocos é divinal, qualquer que seja o deus ou allah que adore. É sempre vegetariano, vegan só mesmo o pão do post anterior, e as deliciosas compotas de figo, alperce e amlou sem mel. Estas panquecas folhadas das fotos chamam-se msemen, são feitas frescas na chapa todas as manhãs e, tal como parecem, são uma maravilha. Podem-se comer doces ou salgadas e fazem-se com uma série de dobras e viragens para ficarem que nem uma massa folhada leve. São irresistíveis com Amlou. Ou Amlou não fosse das coisas mais irresistíveis para comer em Marrocos, não deixem de provar. É manteiga de amêndoa com óleo de argão, algumas levam mel também. Bahgri são as panquecas alveoladas, das mais leves que já provei. Parece que estamos a comer uma renda sedosa. Fica deliciosa com fruta fresca (romã na estação) ou/e compota. Café (tipo café turco, bem forte e bem bom), chá de menta fresquinho e sumo de laranja ou de romã também estão sempre no menu. Comem-se muitos ovos, em omeletes finas a que juntam cebolinho e aromáticas ou cubinhos de pimento. Azeitonas pretas curadas, bem diferentes das nossas, mais salgadas e aromáticas servem de contraponto entre os doces. Um pequeno-almoço num jardim, numa das ruas confusas ou num Riad valem mesmo a pena. São lentos, frescos e bem bons.
O pequeno-almoço em Marrocos é divinal, qualquer que seja o deus ou allah que adore. É sempre vegetariano, vegan só mesmo o pão do post anterior, e as deliciosas compotas de figo, alperce e amlou sem mel. Estas panquecas folhadas das fotos chamam-se msemen, são feitas frescas na chapa todas as manhãs e, tal como parecem, são uma maravilha. Podem-se comer doces ou salgadas e fazem-se com uma série de dobras e viragens para ficarem que nem uma massa folhada leve. São irresistíveis com Amlou. Ou Amlou não fosse das coisas mais irresistíveis para comer em Marrocos, não deixem de provar. É manteiga de amêndoa com óleo de argão, algumas levam mel também. Bahgri são as panquecas alveoladas, das mais leves que já provei. Parece que estamos a comer uma renda sedosa. Fica deliciosa com fruta fresca (romã na estação) ou/e compota. Café (tipo café turco, bem forte e bem bom), chá de menta fresquinho e sumo de laranja ou de romã também estão sempre no menu. Comem-se muitos ovos, em omeletes finas a que juntam cebolinho e aromáticas ou cubinhos de pimento. Azeitonas pretas curadas, bem diferentes das nossas, mais salgadas e aromáticas servem de contraponto entre os doces. Um pequeno-almoço num jardim, numa das ruas confusas ou num Riad valem mesmo a pena. São lentos, frescos e bem bons.
Há muitos legumes e leguminosas em Marrocos, o que torna as refeições bastante fáceis em qualquer lado. Até no meio do Atlas, onde não há nada. Há sempre tagine de legumes ou cuscuz de legumes, com uns legumes com a textura perfeita, ainda al dente mas maravilhosamente tenros e aromáticos. Há favas e grão-de-bico cozidos a vender em canudos nos mercados (oh yeah!). Há legumes da estação grelhados, saladas frescas, vegetais salteados como side dish e sopas tradicionais e ricas como harira, de lentilhas, tomate e grão, a maior parte das vezes só feita com plantas (mas pergunte sempre antes de pedir, não vá trazer um borrego lá dentro). Em qualquer lado tudo vem muito bem confeccionado, seja um rooftop numa zona turística a um restaurante familiar de beira da estrada. As especiarias são usadas com maestria. Para acompanhar tudo o melhor é sidi ali, a água local, já que não é nada fácil encontrar vinho ou cerveja para empurrar o conduto. No entanto há coca-cola até nos confins do deserto…
Há muitos legumes e leguminosas em Marrocos, o que torna as refeições bastante fáceis em qualquer lado. Até no meio do Atlas, onde não há nada. Há sempre tagine de legumes ou cuscuz de legumes, com uns legumes com a textura perfeita, ainda al dente mas maravilhosamente tenros e aromáticos. Há favas e grão-de-bico cozidos a vender em canudos nos mercados (oh yeah!). Há legumes da estação grelhados, saladas frescas, vegetais salteados como side dish e sopas tradicionais e ricas como harira, de lentilhas, tomate e grão, a maior parte das vezes só feita com plantas (mas pergunte sempre antes de pedir, não vá trazer um borrego lá dentro). Em qualquer lado tudo vem muito bem confeccionado, seja um rooftop numa zona turística a um restaurante familiar de beira da estrada. As especiarias são usadas com maestria. Para acompanhar tudo o melhor é sidi ali, a água local, já que não é nada fácil encontrar vinho ou cerveja para empurrar o conduto. No entanto há coca-cola até nos confins do deserto…
O pão em Marrocos é um must-have em todas as mesas e tem variações dependendo da zona. Ele serve como faca para empurrar a comida para o garfo (ou para comer com as mãos) e é fofo o suficiente para absorver os molhos deliciosos das tajines e outros pratos suculentos. O que vêem nas fotos chama-se khobs, deve ser um dos pães mais antigos do mundo, e leva farinha de trigo, sêmola de milho (às vezes), fermento e sal. No sul de Marrocos há um chamado Tafernout, de origem berbere e com um ar mais rústico e esburacado, e ainda exiete o Batbout, uns pequenos pãezinhos redondos feitos na chapa, tão fofos que ficam praticamente vazios no interior, ideais para serem recheados. A base dos pães geralmente é trigo, cereal base da alimentação marroquina desde há séculos – de onde vem o cuscuz também. Tradicionalmente é feito num Tanour, um forno de argila. No deserto é feito debaixo da areia quente. Nos restaurantes servem pão com tudo e de facto fica bem com tudo ☺️
O pão em Marrocos é um must-have em todas as mesas e tem variações dependendo da zona. Ele serve como faca para empurrar a comida para o garfo (ou para comer com as mãos) e é fofo o suficiente para absorver os molhos deliciosos das tajines e outros pratos suculentos. O que vêem nas fotos chama-se khobs, deve ser um dos pães mais antigos do mundo, e leva farinha de trigo, sêmola de milho (às vezes), fermento e sal. No sul de Marrocos há um chamado Tafernout, de origem berbere e com um ar mais rústico e esburacado, e ainda exiete o Batbout, uns pequenos pãezinhos redondos feitos na chapa, tão fofos que ficam praticamente vazios no interior, ideais para serem recheados. A base dos pães geralmente é trigo, cereal base da alimentação marroquina desde há séculos – de onde vem o cuscuz também. Tradicionalmente é feito num Tanour, um forno de argila. No deserto é feito debaixo da areia quente. Nos restaurantes servem pão com tudo e de facto fica bem com tudo ☺️
O pão em Marrocos é um must-have em todas as mesas e tem variações dependendo da zona. Ele serve como faca para empurrar a comida para o garfo (ou para comer com as mãos) e é fofo o suficiente para absorver os molhos deliciosos das tajines e outros pratos suculentos. O que vêem nas fotos chama-se khobs, deve ser um dos pães mais antigos do mundo, e leva farinha de trigo, sêmola de milho (às vezes), fermento e sal. No sul de Marrocos há um chamado Tafernout, de origem berbere e com um ar mais rústico e esburacado, e ainda exiete o Batbout, uns pequenos pãezinhos redondos feitos na chapa, tão fofos que ficam praticamente vazios no interior, ideais para serem recheados. A base dos pães geralmente é trigo, cereal base da alimentação marroquina desde há séculos – de onde vem o cuscuz também. Tradicionalmente é feito num Tanour, um forno de argila. No deserto é feito debaixo da areia quente. Nos restaurantes servem pão com tudo e de facto fica bem com tudo ☺️
O pão em Marrocos é um must-have em todas as mesas e tem variações dependendo da zona. Ele serve como faca para empurrar a comida para o garfo (ou para comer com as mãos) e é fofo o suficiente para absorver os molhos deliciosos das tajines e outros pratos suculentos. O que vêem nas fotos chama-se khobs, deve ser um dos pães mais antigos do mundo, e leva farinha de trigo, sêmola de milho (às vezes), fermento e sal. No sul de Marrocos há um chamado Tafernout, de origem berbere e com um ar mais rústico e esburacado, e ainda exiete o Batbout, uns pequenos pãezinhos redondos feitos na chapa, tão fofos que ficam praticamente vazios no interior, ideais para serem recheados. A base dos pães geralmente é trigo, cereal base da alimentação marroquina desde há séculos – de onde vem o cuscuz também. Tradicionalmente é feito num Tanour, um forno de argila. No deserto é feito debaixo da areia quente. Nos restaurantes servem pão com tudo e de facto fica bem com tudo ☺️
O pão em Marrocos é um must-have em todas as mesas e tem variações dependendo da zona. Ele serve como faca para empurrar a comida para o garfo (ou para comer com as mãos) e é fofo o suficiente para absorver os molhos deliciosos das tajines e outros pratos suculentos. O que vêem nas fotos chama-se khobs, deve ser um dos pães mais antigos do mundo, e leva farinha de trigo, sêmola de milho (às vezes), fermento e sal. No sul de Marrocos há um chamado Tafernout, de origem berbere e com um ar mais rústico e esburacado, e ainda exiete o Batbout, uns pequenos pãezinhos redondos feitos na chapa, tão fofos que ficam praticamente vazios no interior, ideais para serem recheados. A base dos pães geralmente é trigo, cereal base da alimentação marroquina desde há séculos – de onde vem o cuscuz também. Tradicionalmente é feito num Tanour, um forno de argila. No deserto é feito debaixo da areia quente. Nos restaurantes servem pão com tudo e de facto fica bem com tudo ☺️
Há muitos legumes e leguminosas em Marrocos, o que torna as refeições bastante fáceis em qualquer lado. Até no meio do Atlas, onde não há nada. Há sempre tagine de legumes ou cuscuz de legumes, com uns legumes com a textura perfeita, ainda al dente mas maravilhosamente tenros e aromáticos. Há favas e grão-de-bico cozidos a vender em canudos nos mercados (oh yeah!). Há legumes da estação grelhados, saladas frescas, vegetais salteados como side dish e sopas tradicionais e ricas como harira, de lentilhas, tomate e grão, a maior parte das vezes só feita com plantas (mas pergunte sempre antes de pedir, não vá trazer um borrego lá dentro). Em qualquer lado tudo vem muito bem confeccionado, seja um rooftop numa zona turística a um restaurante familiar de beira da estrada. As especiarias são usadas com maestria. Para acompanhar tudo o melhor é sidi ali, a água local, já que não é nada fácil encontrar vinho ou cerveja para empurrar o conduto. No entanto há coca-cola até nos confins do deserto…